quinta-feira, 14 - maio - 2026 : 1:39

Ishy quer reabrir debate da Educação Especial com novo secretário

“Problemas, no entanto, não são novidades”, afirma o vereador. Ele cobra postura da prefeitura diante dos desafios

Vereador Elias Ishy na posse do secretário Carlos Figueiredo – Foto: Assessoria

Desde o início da atual gestão municipal, o vereador Elias Ishy (PT) tem liderado debates, audiências públicas e ações para garantir que a educação inclusiva seja uma realidade para Dourados e que as necessidades das crianças com deficiências sejam atendidas de forma adequada. Um ofício encaminhado à prefeitura, por meio da secretaria de educação, Ishy pede agenda reforçando a pauta, bem como também da infraestrutura das unidades escolares.

“Sempre cobramos da prefeitura uma outra postura diante do tema e precisamos reabrir o debate com o atual secretário, Carlos Figueiredo, entendendo que os problemas não são novos”, afirma o parlamentar. Em outros momentos, até então, Ishy não hesitou em criticar o governo local pela falta de respeito demonstrada com a área e a falta de diálogo, apontando a ausência da prefeitura em discussões importantes na Casa de Leis.

O vereador foi propositor de debates na Câmara, dialogou com órgãos como a Defensoria Pública e o Ministério Público para discutir as dificuldades enfrentadas e também tomou medidas concretas, como acionar o MP para investigar contratações na área educacional. A atuação de Ishy vai para além da educação. Ele demonstrou preocupação com a saúde das crianças, cobrando atendimentos de especialidades na Policlínica de Atendimento Infantil (PAI).

Existem ainda os desafios para a educação especial apontados pelo Simted (Sindicato Municipal dos Trabalhadores em Educação de Dourados) que o vereador tem acompanhado, como os que incluem a insuficiência de vagas em concurso para atender à demanda do município, questões trabalhistas como a carga horária e remuneração, a falta de hora atividade e, por fim, sobre o cronograma estabelecido no Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para a nomeação dos aprovados, o que causou prejuízos para o início do ano letivo, com unidades educacionais sofrendo por falta de professores de apoio.

“Esses desafios impactam diretamente a qualidade da educação inclusiva na região e exigem diálogo e ações para regularização por parte das autoridades responsáveis, logo o prefeito e o secretário”, finaliza Ishy.

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