domingo, 19 - abril - 2026 : 5:43

Estudantes da UFGD levam piscicultura a moradores do Assentamento Itamarati

Sistema de produção em viveiro escavado – Crédito: Daniele Menezes de Albuquerque

Estudantes e professores do curso de Engenharia de Aquicultura da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), observando a demanda pela produção de tilápia em Mato Grosso do Sul, vêm desenvolvendo atividades voltadas a esse tipo de produto junto a moradores do Assentamento Itamarati, na cidade de Ponta Porã.

Considerado um alimento saudável, o peixe tem contribuído na melhoria da renda dos produtores e, também, em sua qualidade de vida. Seja para comercialização ou para consumo próprio, a produção aquícola é vista com bons olhos pela população do assentamento e o projeto tem atingido grande número de moradores que se interessam em adquirir conhecimento sobre o tema.

Implementadas por meio do programa Centro de Desenvolvimento Rural do Itamarati (CDR): Rede de Soluções Sustentáveis, sob coordenação da professora Juliana Rosa Carrijo Mauad, da Faculdade de Ciências Biológicas e Ambientais (FCBA), as atividades de piscicultura no assentamento são orientadas pela docente Daniele Menezes de Albuquerque, da Faculdade de Ciências Agrárias (FCA).

Ela e os estudantes bolsistas de extensão vão ao local todas as sextas-feiras à tarde e visitam as propriedades, orientando os produtores sobre manejo e arraçoamento e esclarecendo eventuais dúvidas sobre o andamento da produção. Com o avanço da vacinação contra a covid-19 e as novas orientações expedidas pelas autoridades de saúde, as atividades de aquicultura e as demais ações do CDR têm retornado gradativamente à forma presencial.

Atualmente, as pisciculturas que recebem as visitas apresentam variados sistemas de produção, como tanques escavados revestidos, viveiros escavados e tanques rede. Cada sistema tem suas particularidades e, portanto, cada produtor recebe uma orientação específica à sua realidade.

Acadêmico do sexto semestre de Engenharia de Aquicultura, Felipe Santos Torres relata que as práticas de extensão que envolvem o projeto vêm sendo fundamentais em seu processo de formação. “As atividades me possibilitam colocar em prática tudo aquilo que aprendo em sala de aula, além de contribuir com o aumento da renda dos moradores e com a expansão do setor aquícola”, afirmou o estudante.

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