sexta-feira, 24 - abril - 2026 : 8:38

Engenharia de Software da UNIGRAN realiza campanha de descarte de lixo eletrônico

Além de conscientizar a comunidade, os acadêmicos fazem a coleta de materiais

O descarte pode ser feito a qualquer momento, em uma caixa instalada no bloco 2 da Instituição – Divulgação

O curso de Engenharia de Software da UNIGRAN realiza até o dia 27 de maio, durante os intervalos noturnos da Instituição, a campanha ‘Descarte Consciente de Lixo Eletrônico’. O objetivo é conscientizar os acadêmicos e a população sobre os malefícios dos materiais na natureza e, consequentemente, aos seres humanos.

A campanha é realizada pelos acadêmicos do 1º semestre do curso, supervisionados pelo professor Glauco Aurélio Silva. A conscientização acontece todas as noites, nos intervalos das aulas, porém o descarte pode ser feito a qualquer momento, em uma caixa instalada no bloco 2.

O professor explicou que o lixo eletrônico é todo o dispositivo eletroeletrônico que não tem mais utilidade, desde celulares a pilhas. Com isso, os estudantes apresentam tanto os malefícios do descarte incorreto, como os benefícios de fazê-lo de forma consciente.

“Estes dispositivos possuem componentes eletrônicos, que são feitos a partir de produtos químicos, como mercúrio e o cádmio. Quando ele vai para o lixo comum, acaba se decompondo e estes materiais penetram no solo, chegando até o lençol freático. Com isso, contaminam a água, os animais, as plantas e até mesmo nós, quando nós ingerimos a água”, relatou Glauco.

Os elementos químicos presentes no lixo eletrônico podem causar diversos malefícios. Por exemplo, o mercúrio, de acordo com o professor, pode causar desde uma irritação na pele, até mesmo o câncer.

Além disso, economicamente, o descarte consciente é benéfico à população. “Por que quando você compra aquela Coca-Cola com a garrafa retornável é mais barato? Porque eles reciclam o casco. A mesma coisa vale para o lixo eletrônico. Esses componentes serão reaproveitados para fabricar novos componentes. Com isso, não é preciso ir lá na natureza minerar aquele minério para produzir novos componentes eletrônicos. Até porque eles são finitos, então uma hora vão acabar”, ressaltou Glauco.

O professor apontou que em Dourados há ecopontos para o descarte correto destes materiais, sendo necessário entrar em contato com eles para saber como é realizada a coleta. Glauco ainda ressaltou que toda a comunidade douradense pode procurar a UNIGRAN para realizar o descarte, enquanto acontecer a campanha.

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