Durante o debate, Jully Heyder apresentou suas principais plataformas de gestão – Assessoria

No primeiro debate realizado na segunda-feira (05), por acadêmicos de Direito da Uniderp entre candidatos à presidência da Ordem dos Advogados do Brasil de Mato Grosso do Sul, a atual gestão mais uma vez se mostrou descompromissada com o bom debate em prol da instituição, deixando somente as candidaturas declaradas de oposição apresentando suas ideias.

“A chapa da situação vem demostrando cada vez mais seu desrespeito com os advogados. O atual presidente não compareceu na noite de hoje para não se submeter ao debate, mesmo confirmando presença antecipadamente. Para ele silenciar é a melhor resposta”, disse o líder da chapa 11, Jully Heyder.

Durante o debate que durou cerca de uma hora e meia, Jully Heyder apresentou suas principais plataformas de gestão, entre elas a criação da procuradoria das prerrogativas para promover ações imediatas às ofensas que os advogados vem sofrendo em todo o estado; o combate a morosidade judicial e ao meio expediente forense; transparência nas contas e atos da Ordem; ampliação dos cursos oferecidos pela ESA; a criação de um núcleo de assistência ao novo advogado; a criação do SOS Novo Advogado, para socorrer jovens advogados nas questões do dia a dia, entre outras proposta que compões seu plano de governo.

Outra proposta de extrema importância defendida pela chapa 11, e apresentada no debate, foi o fim da reeleição para presidente da OAB. Em suas considerações finais, Jully Heyder criticou a postura da Ordem ao aceitar a perpetuação de pessoas e grupos no poder.

“A OAB não se resume a uma só pessoa, a instituição pertence a todos os advogados. Não se pode fazer da Ordem uma profissão, hoje a advocacia responde negativamente a essa gestão porque não sente a confiança em ser atendidos em seus anseios profissionais. Criou-se um grupo somente para ganhar a eleição, e o resultado disso foi a perca de credibilidade junto aos inscritos, com a sociedade e com os outros órgãos ligados diretamente à Justiça. Não podemos mais aceitar o uso da Ordem para autopromoção e fins eleitoreiros. Essa velha política precisa ser observada e combatida”, finalizou Jully.