
O candidato a governo de Mato Grosso do Sul pelo PDT, juiz Odilon de Oliveira, recebeu na manhã de terça-feira, 11, representantes do setor de turismo no Estado, que trouxeram uma carta com reivindicações para o crescimento do setor em Mato Grosso do Sul. O documento foi recebido pelo pedetista que se comprometeu a cumprir as metas sugeridas.
Segundo o presidente do Comtur (Conselho Municipal de Turismo) e da ABIH-MS (Associação Brasileira da Indústria de Hotéis), Marcelo Mesquita, apesar do período de crise por qual o país viveu, o setor registrou crescimento na geração de empregos formais no Estado de 4%. Só em 2016, 48.771 empregos foram gerados, um aumento de 33% em 10 anos.
Mesquita também lembrou que apesar de Campo Grande, Corumbá e Bonito estarem bem ranqueadas pelo Ministério do Turismo, em um levantamento feito em 2015, a falta de pontos como atrativos turísticos, marketing e políticas públicas voltadas para a área são um empecilho para o crescimento do setor.
A carta é endossada também pelo presidente da ABAV-MS (Associação Brasileira das Agências de Viagens de Mato Grosso do Sul) Marcelo Boza, pelo presidente da Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes) Juliano Mesquita e pela representante da Fecomércio-MS (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Mato Grosso do Sul) Tatiana Álvares Netto Maachar.
No documento o setor pede, entre outras coisas, a melhor sinalização das rodovias com finalidade de orientar os turistas, políticas de investimento em inovação tecnológica no turismo, dar ao Fundtur-MS (Fundação de Turismo de Mato Grosso do Sul) status de secretaria e melhorar qualidade da internet em todo o Estado.
Ao assinar a carta compromisso, Odilon afirmou que corrobora com os anseios do setor em Mato Grosso do Sul. “Entendo a importância do turismo para o desenvolvimento econômico do Estado. Se formos eleito, estaremos sempre de portas abertas para conversar com o setor. Sou plenamente favorável para que a direção da Fundação [Fundtur] esteja a cargo de alguém que entende de turismo. Os cargos em comissão também desse ser preenchido por pessoas que entendam do assunto. O governador é um gerente, tem que compreender os parâmetros, mas os problemas específicos da área têm que ser com o secretário, que é seu braço direito”.
Da Assessoria




















