terça-feira, 21 - abril - 2026 : 4:47

Confiança do consumidor sobe em julho e recupera parte de perdas do mês anterior, diz FGV

Índice subiu 2,1 pontos; apesar da melhora, pontuação continua em níveis baixos em termos históricos.

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) medido pela Fundação Getulio Vargas subiu 2,1 pontos em julho, ao passar de 82,1 para 84,2 pontos, recuperando parte das perdas sofridas no mês anterior. Apesar da melhora, o índice continua em níveis baixos em termos históricos.

“Normalmente, após a ocorrência de choques como o de maio, a confiança dos agentes é afetada negativamente num primeiro momento e se recupera em seguida”, afirmou em nota Viviane Seda Bittencourt, coordenadora da Sondagem do Consumidor.

De acordo com Viviane, embora os dados de julho tragam uma boa notícia, a recuperação apenas parcial sugere que o ritmo lento da economia e do mercado de trabalho continuam pesando nas avaliações do consumidor.

Situação atual e meses seguintes

Em julho, houve recuperação das avaliações sobre a situação atual e das expectativas em relação aos meses seguintes. O Índice de Situação Atual (ISA) subiu 2,3 pontos, para 74,1 pontos, segundo menor nível no ano. Já o Índice de Expectativas (IE) subiu 1,9 ponto em relação ao mês anterior, para 91,9 pontos, após três meses de queda.

O indicador que mede o grau de satisfação com a situação econômica no momento variou 0,7 ponto em julho, para 78,1 pontos.

Já o que mede a situação financeira atual avançou 3,9 pontos, para 70,7 pontos, recuperando parte das perdas sofridas em junho e atingindo o quarto maior nível desde junho de 2015 (74,7 pontos).

Com relação às perspectivas para os próximos seis meses, o indicador caiu 0,3 ponto, para 102,3 pontos, mesmo nível de dezembro de 2016, mantendo a tendência negativa dos últimos meses. O indicador da situação financeira futura das famílias subiu 1,1 ponto, para 92,2 pontos, entre junho e julho.

A ligeira recuperação da confiança ocorre em todas as classes de renda, exceto para os consumidores de renda familiar elevada (superior a R$ 9.600,00 mensais), cujo índice apresenta queda pelo quarto mês consecutivo, com perda acumulada de 11,3 pontos.

A FGV coletou informações de 1854 domicílios entre 02 e 19 de julho.

Do G1

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