Semas levará cursos profissionalizantes para aldeia Bororó

Projeto Arandu Ambue trabalha com as comunidades indígenas das aldeias de Dourados – Divulgação

A Prefeitura de Dourados, por meio da Semas (Secretaria Municipal de Assistência Social), da Proteção Social Básica e da Proteção Social Especial de Média Complexidade, já está finalizando os preparativos para o início dos cursos de mecânica de moto, mecânica de carro e de manicure e pedicure que serão ofertados no espaço institucional do Cras (Centro de Referência da Assistência Social) Bororó. A ação tem aporte financeiro do Itaú Social.

Esta semana, educandos e técnicos responsáveis pela execução do Projeto Arandu Ambue, que acontece todas as quartas-feiras, das 08h às 10h e das 14h às 16h, no Cras Indígena, receberam visitas de representantes do CIEE (Centro de Integração Empresa Escola) e do Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial), que foram conhecer os trabalhos realizados pelos técnicos do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos, do Cras Indígena e do Creas (Centro de Referência Especializado da Assistência Social) que atuam no Serviço de Proteção Social a Adolescentes em Cumprimento de Medidas Socioeducativas em Meio Aberto (Liberdade Assistida) e Prestação de Serviço à Comunidade.

O CIEE tem por objetivo inserir jovens e adolescentes no mercado formal de trabalho. A instituição foi representada por Janaina Batista dos Santos, assistente social que orientou sobre estágio e aprendizagem e realizou o cadastro no CIEE.

O Senai, um dos cinco maiores complexos de educação profissional do mundo e o maior da América Latina, estava representado por Victor Hugo Mazini Bezágio, Relações com Mercado, e por Jorge Murgi Filho, coordenador técnico. Eles apresentaram vídeo institucional e explanaram sobre a necessidade de toda a documentação para efetivação das matrículas nos cursos de mecânica de moto e de automóveis, uma vez que os cursos são reconhecidos pelo MEC (Ministério da Educação).

O Senai forma profissionais para 28 áreas da indústria brasileira, desde a iniciação profissional até a graduação e pós-graduação tecnológica.

O Arandu Ambue tem como responsáveis técnicos pela elaboração e execução do projeto, Luiz Eduardo Guimarães Barboza, pedagogo, coordenador do Creas; Ângela Maria Teixeira, assistente social do Creas e coordenadora do Projeto; Ana Silvia Botareli Cesar, psicóloga do Creas Equipe Casos Indígenas e executora das atividades socioeducativas semanais junto ao grupo.

A equipe conta também com os assistentes sociais Carlos de Oliveira Silva, Kenide de Souza Morais, guarani, executores de atividades socioeducativas; Tatiane Cristina de França articuladora externa voluntária; e o técnico administrativo Gabriel de Carvalho Prado, da UFGD, na condição de articulador voluntário externo.

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