quinta-feira, 30 - abril - 2026 : 5:17

Sede do Projeto Florestinha construído com recursos trabalhistas será entregue no final de abril

Obra do Projeto Florestinha em Bataguassu – Divulgação

A sede própria do Projeto Florestinha em Bataguassu deve ser entregue até o final de abril. O projeto é um trabalho social e ambiental desenvolvido com crianças e adolescentes carentes pela Polícia Militar Ambiental, e será implantado no distrito Nova Porto XV. A obra foi custeada com recursos liberados pela Justiça do Trabalho.

“Devido às fortes chuvas tivemos um certo atraso no cronograma da obra, mas já estamos na fase do acabamento. Será entregue um prédio com aproximadamente 360m² com salas de aula, de informática, cozinha, banheiros com acessibilidade e toda a estrutura que é necessária para desenvolver o Projeto Florestinha que é a menina dos olhos da Polícia Militar Ambiental”, afirma o 1º sargento da PMA, Antonio Roberto dos Santos Pereira, que é o encarregado administrativo do 5º Pelotão da PMA de Bataguassu.

O Projeto Florestinha atende crianças e adolescentes de 7 a 16 anos em situação de vulnerabilidade, dando-lhes a chance de ter uma profissão e ensinando-lhes a serem cidadãos com sensibilidade ambiental. Além das aulas de reforço no contraturno da escola, eles recebem noções de educação ambiental e disciplina militar.

Atualmente, 570 alunos participam do Projeto nas cidades de Campo Grande, Dourados, Três Lagoas, Costa Rica, Aquidauana, Anastácio, Jardim e Guia Lopes da Laguna. Em Bataguassu, 60 crianças escolhidas pela Secretaria Municipal de Promoção Social através de assistentes sociais serão atendidas. São crianças de baixa renda e em situações de vulnerabilidade do próprio distrito de Nova Porto XV. As crianças já recebem atendimento da Prefeitura Municipal e serão direcionadas ao Projeto Florestinha.

A obra foi avaliada em R$ 322.510,00. O recurso foi destinado pelo Juiz Titular da Vara do Trabalho de Bataguassu, Antonio Arraes Branco Avelino, e é proveniente de um acordo fechado em uma ação civil pública movida após um acidente que matou quatro trabalhadores no Frigorífico Marfrig, em 2012.

O juiz explica que a instituição beneficiada apresenta pelo menos três orçamentos de compra de materiais e serviços antes de liberar o dinheiro. O repasse também é acompanhado pelo Ministério Público do Trabalho.

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