terça-feira, 28 - abril - 2026 : 20:13

Reforma incluirá militares, diz secretário da Previdência: “Ninguém vai ficar de fora”

Todos os segmentos da sociedade serão incluídos na reforma da Previdência, diz Ministro – Foto: Elza Fiuza/Abr

O secretário da Previdência, Rogério Marinho, disse na noite dessa quarta-feira (30) que todos os segmentos da sociedade, inclusive os militares, serão incluídos na reforma da Previdência. Segundo ele, a proposta deve ser apresentada aos parlamentares até o fim de fevereiro. “Ninguém vai ficar de fora. O governo vai apresentar um projeto que vai levar em consideração todos os segmentos da sociedade brasileira”, disse Marinho.

De acordo com o secretário, todos terão de dar sua contribuição. “Uma outra determinação do nosso presidente [Jair Bolsonaro] foi que todos têm que contribuir. Todos têm que contribuir. Esse é o esforço de salvarmos o sistema previdenciário e apresentarmos uma nova Previdência no Brasil. Então a responsabilidade é de todos “, afirmou.

Rogério Marinho explicou que o governo deve aproveitar a proposta enviada pelo presidente Michel Temer, que está pronta para votação em plenário, a fim de acelerar a tramitação. Dessa forma, o texto não precisaria começar sua tramitação do zero nas comissões. O governo espera que o Congresso aprove a reforma até o recesso parlamentar do meio do ano.

As declarações foram dadas pelo ex-deputado, que relatou a reforma trabalhista na Câmara, em jantar oferecido pelo Instituto CEP Liderança Pública a congressistas em Brasília. “O parlamentar vai se sentir confortável em votar o projeto que diz respeito a todos os estados e municípios da Federação. O sentimento que os governadores têm é de que não é possível adiar a necessidade de fazer uma nova previdência no país”, disse. “Não é mais possível adiar a necessidade de fazermos uma nova Previdência nesse país. E a responsabilidade está nas mãos dos senhores e das senhoras aqui presentes”, acrescentou Marinho.

Segundo ele, oito governadores já declararam ao governo apoio à reforma. “As finanças públicas se deterioraram e também teve uma deterioração gradativa dos serviços públicos. Governadores passaram a ser gestores de folha de pagamento. O presidente Bolsonaro quer uma reforma com justiça social. É importante que essa rede de proteção social seja preservada. Quem tem menos, contribui menos e quem tem mais, contribui proporcionalmente mais. Nosso sistema é injusto e insustentável”, declarou.

Ainda ontem, em reunião mais cedo com grupo de prefeitos, o ministro da Economia, Paulo Guedes, também defendeu a inclusão de todas as categorias na reforma, incluindo militares e funcionários públicos estaduais e municipais.

Do Congresso em Foco

DEIXE UM COMENTÁRIO/RESPOSTA

Por favor, digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.

Nosso site usa cookies e, portanto, coleta informações sobre sua visita para melhorar nosso site (por meio de análise), mostrar a você conteúdo de mídia social e anúncios relevantes. Consulte nossa página Política de Privacidade e Cookies para obter mais detalhes. Você também pode recusar clicando no botão.

Definição de Cookie

Abaixo você pode escolher quais tipos de cookies permitem neste site. Clique no botão "Salvar configurações de cookies" para aplicar sua escolha.

FuncionalNosso site usa cookies funcionais. Esses cookies são necessários para permitir que nosso site funcione.

AnalíticoNosso site usa cookies analíticos para permitir a análise de nosso site e a otimização para o propósito de otimizar a usabilidade.

Social mediaNosso site coloca cookies de mídia social para mostrar conteúdo de terceiros, como YouTube e FaceBook. Esses cookies podem rastrear seus dados pessoais.

AnúnciosNosso site pode utilizar cookies de publicidade para mostrar anúncios de terceiros com base em seus interesses. Esses cookies podem rastrear seus dados pessoais.

OutrosAlgum conteúdo publicado em nosso site pode incluir cookies de terceiros e de outros serviços de terceiros que não são analíticos, mídia social ou publicidade.