sexta-feira, 17 - abril - 2026 : 21:30

Prof. Rinaldo debate violência na Assembleia Legislativa

Deputado Professor Rinaldo (PSDB) – Foto: Greg Medeiros

Durante a sessão desta quinta-feira (22), o líder do Governo na Assembleia Legislativa, dep. Professor Rinaldo (PSDB), trouxe a debate o tema Segurança Pública. O aumento da violência e da criminalidade no Brasil é objeto de preocupação do Poder Público e de toda a sociedade, os brasileiros e o mundo acompanham o caso do Rio de Janeiro, que agora sofre Intervenção Federal como uma tentativa de combate à violência e ao crime organizado.

O parlamentar ressaltou que segurança é dever do Estado e direito do cidadão, porém “todos devem unir-se para combater a violência. Quando há um morador que não cumpre sua parte, limpando seu terreno, por exemplo, facilitando assim que marginais se escondam ou uma cidade em que a prefeitura não investe em iluminação pública, tudo colabora para o aumento da violência. Segurança pública é dever do Estado, mas não basta ter policiais ou equipamentos, é um conjunto de ações que permitem a promoção da segurança. É preciso que todos façam sua parte e o Governo do Estado tem feito a sua”, afirmou.

Conforme dados do Governo do Estado, nos últimos 3 anos foram investidos em segurança quase R$ 120 milhões de recursos próprios, sendo o maior investimento da história de Mato Grosso do Sul, além da aquisição de novos equipamentos, foram entregues cerca de 600 novas viaturas (entre veículos e motocicletas), concedidas mais de 5 mil promoções e chamados quase 2 mil novos policiais civis e militares, bombeiros e agentes penitenciários. De acordo com o Atlas da Violência 2017, Mato Grosso do Sul é o 5º Estado mais seguro do país.

Professor Rinaldo lembrou também da ação civil pública com pedido de liminar que o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) move no Supremo Tribunal Federal contra a União cobrando o ressarcimento de R$ 616,5 milhões, que correspondem às despesas assumidas pelo Estado nos últimos cinco anos para custear os presos federais nos presídios locais. Mais de 7 mil detentos (quase metade da população carcerária do Estado) são condenados por tráfico transnacional de armas ou drogas, considerados crimes federais. “Mato Grosso do Sul gasta cerca de R$130 milhões/ano com presos que seriam de responsabilidade do Governo Federal, este valor poderia estar sendo aplicado para a melhoria da segurança do nosso Estado”, disse.

O deputado frisou ainda a importância das igrejas e entidades de assistência social, “se não fossem essas entidades sociais, que são de grande ajuda aos governos nas questões da assistência social, que cuidam do próximo com amor e solidariedade, imaginem como estaria esse país?”, concluiu Rinaldo.

DEIXE UM COMENTÁRIO/RESPOSTA

Por favor, digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.

Nosso site usa cookies e, portanto, coleta informações sobre sua visita para melhorar nosso site (por meio de análise), mostrar a você conteúdo de mídia social e anúncios relevantes. Consulte nossa página Política de Privacidade e Cookies para obter mais detalhes. Você também pode recusar clicando no botão.

Definição de Cookie

Abaixo você pode escolher quais tipos de cookies permitem neste site. Clique no botão "Salvar configurações de cookies" para aplicar sua escolha.

FuncionalNosso site usa cookies funcionais. Esses cookies são necessários para permitir que nosso site funcione.

AnalíticoNosso site usa cookies analíticos para permitir a análise de nosso site e a otimização para o propósito de otimizar a usabilidade.

Social mediaNosso site coloca cookies de mídia social para mostrar conteúdo de terceiros, como YouTube e FaceBook. Esses cookies podem rastrear seus dados pessoais.

AnúnciosNosso site pode utilizar cookies de publicidade para mostrar anúncios de terceiros com base em seus interesses. Esses cookies podem rastrear seus dados pessoais.

OutrosAlgum conteúdo publicado em nosso site pode incluir cookies de terceiros e de outros serviços de terceiros que não são analíticos, mídia social ou publicidade.