Prefeitura faz campanha para prevenção e tratamento contra tuberculose e hanseníase

Ações acontecem durante todo mês nas unidades básicas de saúde – Divulgação

A Prefeitura de Dourados, através da SEMS (Secretaria Municipal de Saúde), iniciou neste mês de março a campanha contra a tuberculose e hanseníase. O município é considerado prioritário em relação ao controle da tuberculose no Estado. No ano de 2020, foram 140 casos e uma taxa de cura de 86%. Quanto a hanseníase foram 24 casos, com 93% de cura.

Em ambos os casos, o tratamento é feito com antibióticos específicos, com duração entre seis e doze meses, e os medicamentos são fornecidos gratuitamente pelo SUS. “O CRTH (Centro de Referência em Tuberculose e Hanseníase) realiza a ação com o objetivo de alertar a população sobre as complicações causadas por estas doenças e também intensificar as atividades de prevenção e diagnóstico nas UBS (Unidades Básicas de Saúde)”, explicou o secretário interino de saúde, Edvan Marcelo de Moraes.

A tuberculose é uma doença infecciosa, se negligenciada causa grande impacto na morbidade, mortalidade e qualidade de vida dos doentes. Seus principais sintomas são:

  • Tosse seca ou produtiva por três semanas ou mais;
  • Perda de apetite, emagrecimento e cansaço;
  • Febre vespertina;
  • Sudorese noturna;
  • Dor torácica.

A Hanseníase é uma doença infectocontagiosa causada por uma bactéria conhecida como bacilo de Hansen, que também é transmitida pelas vias respiratórias (fala, tosse e espirro). Mas, o contato deve ser próximo e prolongado entre uma pessoa suscetível e um doente com hanseníase que não está sendo tratado. Seus principais sinais e sintomas são:

  • Manchas hipocrômicas, acastanhadas ou avermelhadas, com alterações de sensibilidade térmica e/ou dolorosa, e/ou ao tato;
  • Áreas com diminuição dos pelos e do suor;
  • Formigamentos, choques, fisgadas, agulhadas nos braços e pernas, que evoluem para dormência;
  • Caroços (nódulos) no corpo, em alguns casos avermelhados e dolorosos.

A hanseníase tem tratamento e cura, mas a falta de tratamento pode resultar em sequelas graves. As incapacidades físicas provocadas pela doença são as que mais determinam a exclusão social dos pacientes.

“Nosso foco é proporcionar um tratamento mais eficaz e interrompendo o quanto antes a cadeia de transmissão destas duas doenças em nosso município”, pontuou Moraes.

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