
Uma operação, denominada Nova Aliança, desenvolvida através de parceria da Secretaria Nacional Antidrogas (Senad), do Paraguai, e Policia Federal do Brasil, resultou na erradicação de 413 hectares de plantio de maconha que se fossem colhidos renderiam cerca de 1,2 mil toneladas de maconha prensada. O trabalho foi desencadeado na fronteira com a presença do ministro da Justiça do Brasil, Sérgio Moro, e contou com o empenho dos organismos de segurança e Força Aérea do Paraguai. As autoridades paraguaias estimam que o prejuízo para as facções criminosas superam US$ 39 milhões, valor que convertido em real ultrapassa a R$ 150 milhões.
Segundo o site Repórter MS, a operação denominada “Nova Aliança” foi desenvolvida pela 19ª edição. Os agentes da Senad e federais do Brasil identificaram as lavouras de maconha sobrevoando de helicóptero áreas de matas fechadas. Já nas plantações identificadas, os policiais conseguiram identificar e destruir 103 acampamentos, locais que estavam sendo utilizados para abrigar traficantes e também para industrialização e armazenagem da droga colhida.
Conforme as informações repassadas pela Senad, as ações policiais ficaram focadas em regiões muito utilizadas pelos traficantes para o plantio de maconha, colônia Maria Auxiliadora, Alpasa e Cerro Guazú e em áreas próximas a essas localidades. Para identificar as lavouras foram helicópteros da Polícia Federal do Brasil, da Força Aérea do Paraguai e também da Armada Nacional.
Segundo a Senad, foram 12 dias ininterruptos de trabalho, resultando na apreensão de 81 mil kg de maconha picada; 880 kg de maconha em tabletes e mais 860 kg de sementes de maconha. Foram cortados e incinerados 413 hectares de maconha e destruídos 103 acampamentos. As autoridades paraguaias estimam que o prejuízo para as facções criminosas supera US$ 39 milhões.




















