Oferta da China por Dudu aumenta incerteza no ataque palmeirense

Às 20 horas (de Brasília) do próximo dia 19 de julho, pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro, o Palmeiras entra em campo para enfrentar o Santos, no Pacaembu. O ataque do time alviverde para a primeira partida após a Copa do Mundo da Rússia é incerto, principalmente após a oferta do Shandong Luneng por Dudu.

Os chineses já acenaram com a possibilidade de pagar 12 milhões de euros (R$ 54 milhões) ao Palmeiras, dono de 100% dos direitos econômicos de Dudu. Decidido a tirar o atacante do clube alviverde, o Shandong Luneng está disposto a melhorar as condições, incluindo um salário sedutor.

Ameaçado de perder Dudu, o Palmeiras negociou Keno, antes titular, com o Pyramids, do Egito. O jovem Fernando, por sua vez, rumou para o ucraniano Shakhtar Donetsk. Assim, as únicas opções para o setor hoje são Borja, Deyverson, Dudu e Willian, além do jovem Artur. Os meias Hyoran e Gustavo Scarpa podem jogar pelas alas.

Responsável por 15 gols em 23 partidas, Miguel Borja será desfalque por até seis semanas. O centroavante da seleção colombiana sentiu lesão durante a Copa do Mundo da Rússia e passou por artroscopia na última sexta-feira, diminuindo as alternativas do técnico Roger Machado.

Com Dudu na mira do Shandong Luneng, a possibilidade de perder mais um atacante para o restante da temporada deixa o Palmeiras preocupado. O clube presidido por Maurício Galiotte, portanto, não deve facilitar a saída do camisa 7, com contrato até o fim de 2022.

As recentes vendas de Fernando (Shakhtar Donetsk), João Pedro (Porto), Tchê Tchê (Dinamo de Kiev), Daniel Fuzato (Roma) e Keno (Pyramids) proporcionaram por volta de R$ 90 milhões ao Palmeiras. O clube tem situação econômica favorável, mas sofre para encontrar boas alternativas na busca por eventuais reforços.

Da Gazeta Esportiva