Na safra 2018/2019 Mato Grosso do Sul colheu 8,8 milhões de toneladas de soja.

Maracaju, no sudoeste de Mato Grosso do Sul, manteve-se como o maior produtor de soja do estado com uma área cultivada de 294,274 mil hectares.

“Esperávamos uma safra perfeita para soja. Mas o cenário de produtores rurais investindo cada vez mais em tecnologia, áreas sobrepondo o que antes era pasto e cana e prometiam avanço na produção de grãos, não tiveram apoio climático. A safra fecha com média de 48,11 sacas por hectare no Estado. Identificamos médias próximas de 70 sacas e outras fazendas registraram 28,5 sacas por hectare. Isso aconteceu devido as chuvas de manga, mas também pela escassez dela no momento de desenvolvimento da planta e dos grãos”, relata o presidente da Aprosoja/MS, Juliano Schmaedecke.

“Em compensação o milho, boa parte está se consolidando como uma safra pujante. Estimamos um avanço na área de 5,73% e uma produtividade média de 78,2 sacas, atingindo volume de 9 milhões de toneladas”, completa o presidente.
A área destinada à soja atingiu 2,98 milhões de hectares segundo o Siga. Isso representa um avanço de 280 hectares ou 10% a mais que no ciclo anterior. Este acréscimo em cima de espaços antes dedicados à outras culturas, faz de Mato Grosso do Sul o estado com maior expansão na cultura.

Como a estiagem atingiu diversos estados, no item soja, Mato Grosso do Sul se manteve como o quinto maior produtor, somando 8,8 milhões de toneladas.

A expectativa para a safrinha é de que ele recupere a terceira posição do ranking nacional, assumindo novamente o lugar, hoje ocupado por Goiás, que está atrás de Mato Grosso (1º) e Paraná (2º). (Com Aprosoja/MS)