quarta-feira, 22 - abril - 2026 : 9:26

Mercado Comum do Brasil Central vai impulsionar competitividade regional, analisa Longen

Criação do Mercado Comum do Brasil Central foi tema de reunião na Fiems – Assessoria

Ao receber representantes do Consórcio Interestadual para o Desenvolvimento do Brasil Central e da Fundação Dom Cabral para discutirem a criação do Mercado Comum do Brasil Central, o presidente da Fiems, Sérgio Longen, defendeu a participação da iniciativa privada para pontuar as vivências do dia a dia, desafios e oportunidades na hora de elaborar o projeto que busca incrementar o comércio de produtos entre Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Tocantins, além do Distrito Federal.

“Entendo que é um avanço termos a Fundação Dom Cabral, com a credibilidade que tem, mediando essas entrevistas para que nós da iniciativa privada possamos participar desse projeto desenvolvido pelo Brasil Central, buscando impulsionar a competitividade dos Estados que integram o Consórcio. Pontuar o que vivenciamos no dia a dia é uma melhoria positiva e acredito que esse projeto tem grandes condições de prosperar. Inclusive, acredito que, em um futuro próximo, tenhamos mais blocos como esse porque é uma união com certeza muito saudável”, afirmou Sérgio Longen.

O secretário-executivo do Consórcio Brasil Central, Jader Julianelli Afonso, explicou que o objetivo da reunião foi ouvir da inciativa privada quais são as impressões dela sobre o Mercado Comum, que é um projeto ousado e tem um componente econômico e tributário forte, refletindo nas transações comerciais entre os Estados. “Então viemos ver a impressão de Sérgio Longen enquanto empresário e presidente de Fiems sobre o projeto, se isso é alinhado com o momento atual, como avalia os riscos, vantagens e desvantagens”, destacou.

O professor da Fundação Dom Cabral, José Luiz de Lima, que atua como assessor da área tributária do projeto, ressaltou que, paralelamente às entrevistas, o projeto ainda trabalha com a construção de uma balança comercial a partir de dados das notas ficais eletrônicas para dimensionar as transações comerciais intrabloco e dos Estados do bloco com o restante do País. “Então são duas ações em paralelo: uma análise fria dos números e outra de trabalho de campo que busca ouvir o setor produtivo e o setor público para coletar sugestões e ideias. Essas contribuições poderão ser colocadas em prática dentro do próprio bloco, buscando o desenvolvimento dos Estados que integram o Brasil Central”, finalizou.

DEIXE UM COMENTÁRIO/RESPOSTA

Por favor, digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.

Nosso site usa cookies e, portanto, coleta informações sobre sua visita para melhorar nosso site (por meio de análise), mostrar a você conteúdo de mídia social e anúncios relevantes. Consulte nossa página Política de Privacidade e Cookies para obter mais detalhes. Você também pode recusar clicando no botão.

Definição de Cookie

Abaixo você pode escolher quais tipos de cookies permitem neste site. Clique no botão "Salvar configurações de cookies" para aplicar sua escolha.

FuncionalNosso site usa cookies funcionais. Esses cookies são necessários para permitir que nosso site funcione.

AnalíticoNosso site usa cookies analíticos para permitir a análise de nosso site e a otimização para o propósito de otimizar a usabilidade.

Social mediaNosso site coloca cookies de mídia social para mostrar conteúdo de terceiros, como YouTube e FaceBook. Esses cookies podem rastrear seus dados pessoais.

AnúnciosNosso site pode utilizar cookies de publicidade para mostrar anúncios de terceiros com base em seus interesses. Esses cookies podem rastrear seus dados pessoais.

OutrosAlgum conteúdo publicado em nosso site pode incluir cookies de terceiros e de outros serviços de terceiros que não são analíticos, mídia social ou publicidade.