Defesa do parlamentar queixou-se das condições da PED e alegou que ele é médico cirurgião com sete cirurgias marcadas para esta segunda-feira

Na noite deste domingo, 05, a juíza plantonista Rosângela Alves de Lima Fávero negou pedido de prisão domiciliar feito pela defesa do vereador Diogo Silveira Castilho (DEM), de 36 anos, preso no sábado (3) acusado de violência doméstica por supostamente agredir a noiva em Dourados.
Segundo o Dourados News, no pleito, o parlamentar membro da Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Dourados alegou trabalhar como médico cirurgião e ter sete cirurgias marcadas para esta segunda-feira (6), além de ser vereador e possuir filho menor, com 12 anos de idade, seu dependente, do qual exerce guarda unilateral.
Além de pontuar ser primário e ter bons antecedentes, Castilho justificou não estarem presentes os requisitos para decretação da prisão preventiva e fez referência à pandemia da Covid-19 e às questões sanitárias do estabelecimento prisional local, a PED (Penitenciária Estadual de Dourados), para onde foi transferido ainda na tarde de ontem.
Porém, a magistrada responsável pelo Plantão II Região – Dourados e Itaporã ressaltou que “o exercício unilateral da guarda do filho do requerente, uma vez declarado que é consensual sem processo judicial, não afasta a possibilidade da genitora, avós ou outros familiares dispensarem os cuidados necessários ao filho”.




















