Gabriel Severino de Almeida vive a alegria de ser aprovado na USP, na USFCAR e na UNESP. Escolheu USP – Divulgação

O estudante douradense Gabriel Severino de Almeida, aos 18 anos, experimenta uma vitória que muitos almejam: foi aprovado para engenharia na USP, na UFSCAR e na UNESP, três das universidades mais concorridas do país e ainda fez 940 pontos dos 1000 da redação do ENEM. “Ainda parece irreal, mas é muito gratificante perceber que todo o meu esforço teve um resultado concreto. Estou muito feliz”, diz ele.

Gabriel fez toda a sua formação na Escola Franciscana Imaculada Conceição (EIC), assim como o irmão, Gustavo, que já cursa Engenharia na USP e foi destaque quando obteve aprovações em universidades dos Estados Unidos. Apesar de todo o sucesso acadêmico, o novo universitário do curso de Engenharia de Materiais e Manufatura da USP considera que a principal marca que leva da escola é o respeito pelo próximo e a noção de humanidade. “Durante todo o caminho aqui eu tive apoio para as minhas decisões, as minhas escolhas. Pude perceber que eu sou um ser humano, que tenho falhas, que não sou apenas um resultado. Isso é uma coisa muito acolhedora que eu percebo só aqui na EIC mesmo”, diz.

A família reconhece que o estudante está pronto para alçar voos longe de casa. “Desde o 1º ano do colegial ele já sabia a engenharia que queria fazer. Esse protagonismo a escola proporcionou ao longo do tempo que ele permaneceu aqui”, destaca o pai, Geraldo de Almeida. “Ele está preparado não só para a Universidade, mas para o mundo e isso eu acho que aprendeu com a filosofia e valores franciscanos que são trabalhados na escola. Então, a minha palavra é gratidão. Finalizamos nossa etapa como pais, mas queremos continuar parceiros da escola”, ressalta a mãe, Nízia Severino de Almeida.

Depois de tantos anos na EIC, está difícil para o estudante viver em outra cidade (São Carlos –SP), enfrentar o ambiente universitário e mudar sua rotina. “Para mim foi um tempo maravilhoso, vou sentir muita saudade dos professores, dos coordenadores e de todos os profissionais porque a gente recebe muito carinho e afeto [na escola]. Apesar de eu estar saindo da EIC, a EIC não vai sair de mim”, despede-se Gabriel.