Odilon de Oliveira participou de entrevista na manhã desta terça-feira, 9, na rádio CBN, em Campo Grande – Foto: Assessoria

O candidato ao governo de Mato Grosso do Sul, juiz Odilon de Oliveira, participou de entrevista na manhã desta terça-feira, 9, na rádio CBN, em Campo Grande. Na ocasião, o pedetista afirmou que, se eleito, vai procurar fazer um governo que seja voltado para a população e acrescentou que as alianças estão sendo concretizadas e nos próximos dias já poderá anunciar quem vai apoiá-lo.

“Nós temos que focar no eleitor, nosso exército é o povo, nós queremos fazer um governo para o povo, pelo povo e através do povo, vamos focar no eleitorado”, respondeu ele ao ser questionado sobre as possibilidades de alianças no segundo turno, que estão sendo tratadas com lideranças dos partidos que ficaram na primeira etapa da disputa.

Para Odilon, a principal preocupação da população ao escolher seu candidato tem sido a corrupção. “O eleitor está de olho em um governo limpo e já se demonstrou isso em Mato Grosso do Sul. Quem é que tem condições de passar detergente no Estado e fazer uma limpeza completa. Eu tenho esse perfil, tenho esta intenção e vou fazer isto. O meu objetivo principal e o que mais me moveu dentro da política foi exatamente isto, cuidar da moralidade pública”.

O candidato lembrou que, recentemente, o governador Reinaldo Azambuja, seu filho e vários membros de seu governo, foram alvos da operação Vostok, da Polícia Federal, que tinha por objetivo cumprir mandados de prisões e busca e apreensão em vários lugares, incluindo a casa do chefe do Executivo estadual e a governadoria.

“Já temos decisão inclusive do Superior Tribunal de Justiça dizendo que o atual governador do Estado é chefe de uma organização criminosa em Mato Grosso do Sul. Isso é muito grave, e envergonha o nosso Estado”, afirmou o pedetista, que citava trecho da decisão da Justiça em relação às provas juntadas no inquérito da operação Vostok.

Odilon também declarou que durante o processo de formação de seu governo, caso eleito, pretende incluir alianças com outros partidos, porém esses acordos devem ser embasados na moralidade.

“Podemos fazer negociação com os partidos, mas coisas limpas, sérias, sem toma lá dá cá. Isso tem que acabar. Mas claro que nós temos que formar um governo e não podemos fazer isso só com pessoas do PDT. Temos que formar com pessoas de outros partidos também, desde que preencha os requisitos. O primeiro é ter ficha limpa, o segundo é estar preparado para aquela função e o terceiro é comprometimento com o Estado, especificamente com aquela função que ela vai assumir”, explicou.

Clique aqui e assista aqui entrevista na íntegra

Da Assessoria