Mudanças na dieta são essenciais para melhora na qualidade de vida
Quando algo não vai bem, o corpo deixa indicadores claros, desencadeando diferentes reações. Cansaço, vermelhidão na pele, febre, entre outros problemas são maneiras de o organismo combater corpos estranhos e minimizar os problemas causados por eles. A alimentação, por mais importante que seja, também pode ser a causadora de reações tão negativas, um aviso de que a dieta não está adequada.
Alguns alimentos ricos em substâncias negativas para o corpo podem causar uma reação inflamatória, já que o organismo não é capaz de digerir tais aditivos. Para impedir maiores danos, os glóbulos brancos do sangue (leucócitos) são alertados para trabalhar no combate a esses compostos. A presença dessas substâncias e o esforço feito para eliminá-las gera alguns efeitos para o corpo, como dores de cabeça, dores musculares e vermelhidão.
Mas, além disso, os alimentos inflamatórios podem causas doenças mais sérias. De acordo com a revista médica de Harvard, a ingestão de certos tipos de alimentos pode aumentar o risco de desenvolver doenças crônicas, como diabetes tipo 2 e problemas do coração associados à inflamação. O ganho de peso também está associado a uma alimentação inadequada, aumentando os riscos para a saúde quando combinado com inflamações.
Alimentos ultraprocessados e industrializados, cereais refinados, leite e derivados, embutidos e frituras são alguns dos alimentos mais conhecidos pelos seus componentes inflamatórios, apresentando riscos para a saúde e baixo valor nutricional.
Para quem procura inserir alimentos anti-inflamatórios na dieta, é importante investir em peixes – principalmente, os de água fria –, oleaginosas, frutas ricas em vitamina C, tubérculos ricos em vitaminas do complexo B, legumes e vegetais. Apesar dessa dieta não ser recomendada especialmente para quem busca perder peso, a substituição de alimentos inflamatórios por opções mais saudáveis faz uma grande diferença no organismo, permitindo que os alimentos sejam digeridos corretamente e ocorra a absorção dos nutrientes, garantindo saciedade e diminuição na sensação de inchaço do corpo.
O ômega 3 também é um dos nutrientes conhecidos por suas propriedades anti-inflamatórias. Um estudo realizado por pesquisadores do Instituto Básico de Biociências da Universidade de Taubaté concluiu que a suplementação de ômega 3 tem um grande impacto em medidas anti-inflamatórias contra processos crônicos. Apesar de serem necessárias mais análises para comprovar as variantes dessa relação, pesquisas do tipo servem como indicador acerca das novas descobertas na área da saúde.




















