domingo, 19 - abril - 2026 : 14:07

Papa lamenta que crianças ucranianas ‘perderam sorriso’

Pontífice voltou a fazer orações pelo fim do conflito

Papa Francisco voltou a rezar e pedir paz na Ucrânia – Foto: ANSA

O Papa Francisco voltou a rezar pela paz na Ucrânia durante a audiência geral desta quarta-feira (21) e lamentou o sofrimento que as crianças do país vivem por conta da guerra iniciada pela Rússia em fevereiro.

“Pensemos – falando em Menino Jesus – nas muitas crianças da Ucrânia que sofrem, sofrem muito, por essa guerra. Nessa festa em que Deus se faz menino, pensemos nas crianças ucranianas. Quando eu os encontrei aqui, a maioria não conseguia mais sorrir e quando uma criança perde a capacidade de sorrir é grave”, afirmou ao fim da celebração.

Segundo o líder católico, essas crianças “trazem dentro de si a tragédia dessa guerra, que é desumana, dura”. “Pensemos no povo ucraniano nesse Natal: sem luz, sem aquecimento, sem as coisas principais para sobreviver, e rezemos para que o Senhor leve para eles a paz o mais rápido possível”, acrescentou.

A referência sobre a infraestrutura básica foi feita por conta dos ataques russos das últimas semanas, que miraram toda a parte energética do país, deixando a nação com constantes apagões elétricos – o que também provoca problema no abastecimento de água.

Ainda sobre o conflito na Ucrânia, o líder católico agradeceu aos peregrinos poloneses que estavam na audiência geral pelo acolhimento dos refugiados do país vizinho.

“Conforme a tradição de vocês, durante a noite da vigília, vocês deixam um lugar vago na mesa para um convidado inesperado. Esse ano, ele será ocupado por muitos refugiados vindos da Ucrânia, aos quais vocês abriram as suas casas com muita generosidade. Que o Filho de Deus, nascido em Belém, encha de amor cada um de vocês, as suas famílias e quem vocês ajudam e leve a paz a todas as pessoas de boa vontade”, pontuou.

A Polônia é a nação europeia que mais recebeu ucranianos que fugiram desde o início do conflito. Cerca de 1,5 milhão receberam proteção temporária para ficar na nação, mas mais de 8,1 milhões atravessaram a fronteira em algum momento de intensificação de ataques ou para se dirigir a outras partes da Europa.

Da AnsaFlash

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