Em campanha na Costa Leste, o candidato ao governo do Estado, juiz Odilon de Oliveira, reiterou, em Paranaíba, sua preocupação com a diferença do ICMS entre os municípios sul-mato-grossenses que fazem divisa com São Paulo. Para ele, é necessário debater o assunto para reduzir a desigualdade tributária na região. Enquanto, os comerciantes do estado vizinho têm uma alíquota do imposto de 12%, esse percentual é de 17% em Mato Grosso do Sul.
Odilon esteve em Aparecida do Taboado e Paranaíba nessa quarta-feira, onde participou de entrevistas em rádios, reuniões políticas e fez caminhada no comércio. Ouvindo as pessoas no corpo a corpo, o pedetista sentiu mais uma vez a boa receptividade da população paranaibense. “Esse calor humano nos dá mais energia para seguirmos na caminhada. Isso nos motiva a enfrentarmos esse grande desafio, que é vencer essas eleições e governar nosso Estado”, relatou.
Durante fala em ato político no bairro Santo Antonio, em Paraíba, Odilon tocou na questão tributária que traz prejuízos ao setor empresarial da região leste de Mato Grosso do Sul. Ele defende a equiparação da alíquota do ICMS na região como forma de promover o crescimento da economia na Costa Leste. “Precisamos compatibilizar a alíquota do ICMS de Mato Grosso do Sul com a de São Paulo”, declarou ele, se comprometendo a criar uma comissão para estudar a viabilidade econômica.
Outra questão que Odilon criticou foi o imposto Garantido. “Como o sujeito tem que pagar o imposto sem antes saber se vai vender a mercadoria? Temos que acabar com isso”, afirmou ele.
Ainda falando sobre economia, o juiz enfatizou que é fundamental desestimular a sonegação fiscal no Estado que é muito alta. Ressaltou, porém, que não é a sonegação do micro-empresário, do sacoleiro ou do feirante, mas, sim, dos grandes empresários. Segundo ele, isso é possível fazer sem terrorismo na fiscalização, mas recuperando a confiança do setor no governo. “Temos que ter postura e agir com moralidade e ética. O bom exemplo deve vir de cima”, observou, referindo-se que o chefe do Executivo não pode se envolver em escândalos de corrupção.
Da Assessoria




















