A Comissão foi proposta e é presidida por Junior Rodrigues – Foto: Thiago Morais

O vereador Junior Rodrigues (PR) assumiu a presidência da Comissão de Políticas de Prevenção às Drogas da Câmara de Dourados. A comissão, de proposição do vereador, foi aprovada e apresentada nesta segunda-feira (26), durante sessão ordinária, e tem como vice-presidente Jânio Miguel (PR) e Cirilo Ramão (PMDB) como membro.

A ideia dessa comissão surgiu a partir de uma audiência pública realizada em 2017, onde o tema foi discutido por diversas autoridades. “Essa audiência tinha como tema ‘Drogas quem não previne, trata’. Faz 20 anos que faço esse trabalho de prevenção e conheço os males e a destruição que as drogas causam. Por isso acredito que podemos contribuir para prevenir estes males em nossa cidade”, comentou Junior.

Entre outras funções, a Comissão irá acompanhar e fiscalizar a política municipal antidrogas, englobando as medidas para a prevenção do uso indevido, tratamento, recuperação, reinserção social, redução dos danos sociais e à saúde de usuários e dependentes; opinar e/ou emitir parecer sobre as proposições e matérias relativas ao assunto; colaborar com entidades governamentais e não governamentais; articular com os demais órgãos da Administração Pública (Federal, Estadual e Municipal); a adaptação do esforço especial ás características específicas dos públicos-alvo, como crianças, adolescentes, moradores de ruas, gestantes e indígenas;

O vereador acredita que a Comissão irá ajudar a comunidade de Dourados no combate às drogas, sendo que Mato Grosso do Sul é uma das principais entradas de entorpecentes do país. Sendo assim, são necessárias ações concretas por parte do município, no sentido de prevenção e fortalecimento das entidades (públicas e privadas), criando mecanismos acessíveis aos cidadãos.

Devem ser realizados estudos no sentido de garantir a conscientização da sociedade, bem como oferecer alternativas efetivas de recuperação e acolhimento para tratamentos de usuários e dependentes químicos, buscando sempre a reinserção social do indivíduo e o amparo aos codependentes, criando instrumentos aptos a garantir tal acesso.

O controle informal exige que informações sejam adquiridas, processadas e transformadas em atitudes. As consequências da presença das drogas em nossa sociedade atingem a todos, independentemente de cor, credo ou classe social.