sexta-feira, 24 - abril - 2026 : 17:03

Conheça as fragilidades do e-commerce e saiba como se proteger

Validação de dados bancários e pagamentos via boleto são algumas das principais falhas

O e-commerce tem obtido resultados extremamente expressivos não só no mundo, mas no Brasil. De acordo com o relatório Webshoppers, no ano passado o setor movimentou R$ 47,7 bilhões no país, um aumento de 7,5% em relação a 2016. Para o ano de 2018, a expectativa é de que o comércio eletrônico brasileiro cresça 12%, ou seja, 60 milhões de compradores virtuais e faturamento acima de R$ 50 bilhões.

A praticidade de comprar pela internet e a democratização do acesso por dispositivos móveis impulsionaram as compras on-line. Com essa expansão, também surgiram novas vulnerabilidades e falhas de segurança. Para evitar esse cenário, as empresas passaram a investir em sistemas mais modernos, incluindo ferramentas de antifraude.

Mesmo assim, lojas virtuais de todo o mundo ainda enfrentam alguns problemas de segurança. Um dos principais é a falta de mecanismos para a validação de dados bancários. O pagamento via boleto bancário também é frágil e recebe grande atenção de criminosos no Brasil. Empresas fantasmas comercializam mercadorias falsas e, por meio de códigos maliciosos, desviam o pagamento das vítimas. Esse sistema de pagamento é quase que exclusivo no Brasil. Ao mesmo tempo que é um diferencial, necessita de mais fiscalização e segurança.

Um estudo estimou que o comércio eletrônico brasileiro sofre uma tentativa de fraude a cada cinco segundos por meio de cartões clonados. Além disso, uma em cada 33 transações é violada. Outro problema observado em relação à segurança dos usuários é cultural e não tem a ver, necessariamente, com as empresas.

Senhas fortes desempenham um papel muito importante em compras pela internet. Os especialistas sugerem que elas devem ser diferentes para cada serviço e devem conter números e caracteres especiais. Mas esse conselho não é respeitado pela maioria dos usuários. Um relatório da SplashData elabora anualmente um ranking com as senhas mais comuns, a partir de dados vazados. O ranking é liderado pela senha 123456.

Uso de criptografia para a troca de informações sigilosas, obtenção de certificados digitais e ter um intermediador de pagamentos seguros são algumas das medidas que podem ser tomadas para aumentar a segurança do seu e-commerce. Também certifique-se de que a plataforma utilizada seja de alta qualidade. Ela pode ser um data center próprio com certificação de segurança ou algum sistema operado por terceiros, com monitoramento 24 horas.

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