sexta-feira, 17 - abril - 2026 : 20:14

Transição de equipe médica da UPA e Hospital da Vida será dia 5 de maio

Nova empresa contratada por licitação apresentou plano de trabalho à Secretaria Municipal de Saúde e novos médicos que vão atuar nas áreas verde e vermelha do Hospital da Vida e na UPA possuem cursos de Suporte Avançado de Vida no Trauma (ATLS), Suporte Avançado de Vida em Cardiologia (ACLS) e Suporte Avançado em Pediatria (PALS)

Secretário municipal de Saúde, Márcio Figueiredo, aponta as vantagens para os pacientes com a transição da equipe médica do Hospital da Vida e da UPA – Foto: A. Frota

A transição da equipe médica que atua nas áreas verde e vermelha do Hospital da Vida e da Unidade de Pronto Atendimento (UPA), bem como na linha de frente da pediatria da UPA, acontece no dia 5 de maio e vai garantir melhorias substanciais no atendimento aos pacientes. “A empresa que venceu a licitação já apresentou plano de trabalho para a Secretaria Municipal de Saúde e para a direção da Fundação de Serviços de Saúde (Funsaud), inclusive com os nomes dos médicos plantonistas e com o compromisso de reforçar o quadro de profissionais”, explica Márcio Figueiredo, secretário municipal de Saúde.

Ele lembra que a Funsaud publicou, no dia 17 de outubro de 2025, o edital para contratação de empresa especializada na prestação de serviços médicos em regime de plantão presencial, com atuação no Hospital da Vida (áreas verde e vermelha) e na Unidade de Pronto Atendimento (UPA), mas que a empresa que presta serviço atualmente não participou do processo licitatório. “Essa empresa, que tem relação contratual com cerca de 50 médicos, poderia ter concorrido, apresentado sua proposta e, quem sabe, até vencido a concorrência pública, mas optou por não participar do certame licitatório”, ressalta Márcio Figueiredo.

O secretário de Saúde frisa que a Funsaud não tem relação de emprego com os médicos da empresa atual, mesmo porque todos eles foram contratados e têm vínculo empregatício com a prestadora de serviços. “Dessa forma, não haverá demissão de médicos, como esses profissionais estão falando”, enfatiza. “Ademais, a empresa que venceu a licitação ofertou a continuidade dos trabalhos aos profissionais que já atuavam na escala, porém houve recusa por 95% deles”, continua. “A decisão de não trabalhar mais no Hospital da Vida e na UPA foi desses profissionais e não da Funsaud”, conclui Márcio Figueiredo.

Ele ressalta que o pregão que escolheu a nova prestadora ocorreu no dia 3 de novembro de 2025, tendo a empresa Equipe Group, de Londrina (PR), como vencedora. “Atualmente, a empresa contratada, que é de Cuiabá (MT), recebe R$ 124,00 por hora trabalhada, enquanto o edital publicado pela Funsaud estabeleceu o valor de referência em R$ 137,83 por hora, mesmo assim a atual empresa não participou da licitação”, observa Márcio Figueiredo. “A empresa vencedora apresentou proposta no valor de R$ 93,00 por hora, representando uma redução aproximada de 25% em relação ao valor atualmente praticado”, completou o secretário.

Márcio Figueiredo ressalta que a troca de empresa não ocorre por questões meramente de economia de recursos públicos, mas sim pela necessidade de licitar os serviços já que a atual empresa havia sido contratada pela Funsaud ainda no período da pandemia de Covid-19. “A população vai ganhar com a transição, mesmo porque os novos médicos das áreas verde e vermelha do Hospital da Vida, bem como na UPA, precisarão apresentar cursos de Suporte Avançado de Vida no Trauma (ATLS), Suporte Avançado de Vida em Cardiologia (ACLS) e Suporte Avançado em Pediatria (PALS)”, explica.

De acordo com o secretário de Saúde, o curso PALS (Pediatric Advanced Life Support) é uma certificação essencial da American Heart Association (AHA) para médicos, enfermeiros e paramédicos, focada no atendimento avançado de emergências pediátricas. “O contrato anterior não tinha essa exigência de capacitação, mas colocamos no edital do ano passado e a empresa vencedora já apresentou os profissionais com essa certificação, o que irá proporcionar ainda maior qualidade nos serviços prestados”, observa Márcio Figueiredo.

Outro detalhe importante é que o edital que selecionou a nova empresa exige que o médico supervisor tenha residência médica na especialidade de Emergência e, adicionalmente, pelo menos um dos cursos de ATLS, ACLS ou PALS. Já os médicos clínico-geral precisam ter, obrigatoriedade, no mínimo, um dos cursos ATLS, ACLS ou PALS.

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