Nesta terça-feira, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) revelou números alarmantes: ao menos 2.472 crianças foram mortas ou feridas na Ucrânia desde o início da invasão russa, em fevereiro de 2022. A guerra, que segue devastando o país, tem cobrado um preço desproporcional das gerações mais jovens.
Em uma publicação no X, o Unicef enfatizou o impacto brutal do conflito: “Crianças foram mortas brutalmente, suas escolas foram bombardeadas, casas destruídas e famílias divididas”. A entidade reforçou a urgência de mudanças: “Não podemos aceitar esta nova normalidade. As crianças não iniciam guerras, mas pagam o preço mais alto”.
O alerta do Unicef foi divulgado poucos dias após o fundo destacar que o impacto de conflitos armados sobre crianças ao redor do mundo atingiu níveis devastadores em 2024, possivelmente os piores da história. O relatório aponta para uma tendência preocupante de agravamento nas consequências humanitárias dos conflitos.
De acordo com a revisão global do Unicef, mais de uma em cada seis crianças vive atualmente em zonas de conflito ou foi forçada a se deslocar devido à guerra e à violência. Essa realidade expõe milhões de jovens a traumas físicos e psicológicos, privando-os de direitos fundamentais, como educação, saúde e segurança.
O Unicef reforça o apelo à comunidade internacional para priorizar a proteção das crianças em zonas de conflito e buscar soluções pacíficas para os confrontos. Segundo a entidade, é urgente garantir que as crianças, as mais vulneráveis em tempos de guerra, possam viver livres da violência e com esperança de um futuro seguro. (Com AnsaFlash)




















