O parlamentar acompanhou reuniões e as últimas paralisações na cidade e pede avanços nas negociações pela valorização da categoria – Foto: Thiago Morais

Parlamentar pede avanços em negociações pela valorização da categoria

O vereador Elias Ishy (PT) tem realizado uma série de cobranças a prefeitura com relação à educação em Dourados.  O parlamentar acompanhou reuniões e as últimas paralisações na cidade e pede avanços nas negociações pela valorização da categoria, como na questão salarial, de concursos, bem como no andamento de obras dos Ceims (Centro de Educação Infantil Municipal).

Ele é vice-presidente da Comissão de Educação na Câmara e esteve reunido com os demais membros para esclarecer situações como a dos concursados remanescentes (28 da Educação Infantil), a chamada para professor/a coordenador/a e a planilha de 29 dias. Como encaminhamento, eles levaram as reivindicações em uma agenda com o secretário da pasta, mas não obtiveram respostas definitivas e concretas sobre esses assuntos. “Qualquer decisão que envolva a categoria deve passar constantes diálogos”, afirma.

A Comissão, então, enviou um ofício à prefeitura solicitando informações sobre as nomeações para atender a rede municipal de ensino, de acordo com o que consta no Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração – PCCR. Além disso, após conversa com representantes do CEI UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados), ainda levaram a secretaria o pedido de institucionalizar o Ceim dentro da universidade.

Com relação à educação infantil, Ishy também está questionando a administração quanto ao andamento e conclusão de obras dos Ceims no município, pois considera primordial garantir a qualidade da construção e o cumprimento do cronograma de execução para evitar que ocorram interrupções como a “famosa” que atravancou a conclusão do Ceim no Jardim Guaicurus, de 2010 a 2015.

Além disso, Ishy participou da paralisação dos trabalhadores e das trabalhadoras em educação que pedem a valorização do magistério, do administrativo, o pagamento do piso com reajustes vencidos em 2017 e 2018, a transparência na aplicação dos recursos, a exemplo do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação). Para ele, é preciso tratar a categoria com responsabilidade e transformar propostas em ações para que haja desenvolvimento.