Uma vida interrompida por um mergulho

Sadi solicita apoio da comunidade, com visitas, orações ou doações, para ajudar nos custos do tratamento e nas dificuldades diárias – Divulgação

Aos 51 anos, Sadi Bernardo carrega uma história marcada por superação, dor e resistência. Há 18 anos, ele vive como tetraplégico, totalmente dependente de cuidados para realizar as atividades mais básicas do dia a dia.

Sadi perdeu todos os movimentos do corpo e precisa de ajuda para se alimentar, tomar medicamentos, realizar suas necessidades fisiológicas e manter a higiene pessoal. Também depende de terceiros para acompanhá-lo em consultas médicas e exames, enfrentando uma rotina difícil e custosa.

Uma vida simples e trabalhadora

Natural da região da Vila Rosa, em Dourados, Sadi nasceu no dia 22 de março de 1974. Teve uma infância comum, como a maioria das crianças da sua geração. Trabalhador dedicado, construiu sua trajetória profissional na construção civil, atuando como pintor.

No final de 2006, integrou uma equipe que realizava a reforma do prédio do Fórum de Amambai. Era mais um trabalho, mais uma oportunidade de sustento — até que um momento de lazer mudaria sua vida para sempre.

O acidente que mudou tudo

No dia 19 de janeiro de 2007, um domingo de verão, Sadi e os colegas decidiram comprar peixe para o almoço em um local de lazer bastante conhecido: o Recanto dos Caetés. O ambiente estava cheio, com pessoas aproveitando as piscinas de águas naturais e contemplando a natureza.

Entre 15h e 16h, Sadi resolveu entrar na água pulando de cabeça. O impacto causou o chamado “efeito chicote”, provocando fraturas nas vértebras C4 e C5 da coluna cervical. O resultado foi devastador: perda total dos movimentos do corpo e o diagnóstico de tetraplegia.

Uma luta diária ao lado da mãe idosa

Hoje, Sadi mora com a mãe, de 80 anos. Ela também enfrenta sérios problemas de saúde: é cadeirante, amputada de um membro inferior, diabética e hipertensa. Mesmo com as próprias limitações, é seu principal apoio.

A realidade da casa é marcada por desafios físicos, emocionais e financeiros. Os custos com cuidados, medicamentos, deslocamentos e tratamento são altos. Além disso, a solidão é uma companheira constante.

Um pedido de ajuda e solidariedade

Sadi pede apoio da comunidade — seja por meio de visitas, orações ou contribuições financeiras. Qualquer gesto de solidariedade faz diferença e ajuda a amenizar os custos do tratamento e as dificuldades do dia a dia.

Quem sentir no coração o desejo de ajudar pode contribuir pelas seguintes chaves Pix:

Celular: (67) 99917-8075. CPF: 614.929.301-17. Em nome de Sadi Bernardo

Mais do que uma doação, é um gesto de humanidade.  É a chance de transformar a dor em esperança.

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