Sindigraf divulga guia com orientações sobre NR 12 para as indústrias gráficas

Com apoio da Abigraf Nacional e Regional, o Sindigraf/MS está divulgando para as empresas associadas o “Guia da Indústria Gráfica sobre NR 12”, que traz, entre outros pontos, como identificar riscos e tomar medidas de segurança para máquinas e equipamentos. De acordo com o presidente do Sindigraf/MS, Julião Flaves Gaúna, o guia visa orientar as indústrias gráficas de forma prática e objetiva quanto aos requisitos relacionados a possíveis riscos das máquinas e equipamentos, novos ou usados, voltados aos processos de fabricação de impressos, com abrangência aos processos de pré-Impressão, impressão e pós-impressão.

“É de extrema importância que o empresário da indústria gráfica tenha informações a respeito dessa Norma Regulamentadora nº 12 e, nada mais prático, que esses dados estejam reunidos em um único lugar. Por isso, esse guia é, na verdade, um manual para que todos os nossos associados tenham em mãos o conhecimento do seu negócio perante à legislação no intuito de prevenir as mudanças e, dessa forma, a Abigraf Nacional e Regional e o Sindigraf têm trabalhado para levar essas informações até os empresários”, destacou Julião Gaúna, que também acumula os cargos de presidente da Abigraf/MS e do Conselho Diretivo da Abigraf Nacional.

No Guia, as máquinas e equipamentos analisados foram classificados seguindo embasamento da CBO (Classificação Brasileira de Ocupações) e as características de cada processo de impressão, bem como partes principais, seus conjuntos e subconjuntos, que possuem a mesma similaridade de funcionalidade, originando assim, as denominadas “famílias de máquinas e equipamentos gráficos”. Dentro de cada família contemplada no manual, foi levado em consideração o estado da técnica para as fases de utilização e manutenção, assegurando e protegendo as zonas de perigo, sem diminuir a capacidade produtiva dos respectivos modelos.

O presidente do Sindigraf/MS reforça que, no Guia, todos os requisitos estabelecidos possuem caráter prioritário em relação aos demais da parte geral da NR 12. “Quanto a segurança das máquinas e equipamentos que por ventura não constem em nenhuma das famílias, cabe a profissional qualificado estudar o processo ao qual eles pertençam e consultar a família mais adequada, sempre analisando suas partes principais e funcionamento dos seus conjuntos e subconjuntos, prevalecendo o conceito de classificação das famílias aplicado no manual”, pontuou.

Uma vez avaliadas as informações constantes no Guia, a implantação das adequações pela empresa vai resultar da combinação delas com variáveis do ambiente em que a mesma será executada. Não cabe a ABTG, bem como a equipe que desenvolveu esse Guia, nenhuma responsabilidade pela adequação da empresa no atendimento à NR 12, pois este material é de caráter meramente de orientação.

Serviço – Para ler o “Guia da Indústria Gráfica sobre NR 12” basta clicar neste link