Projeto de Gestão Estratégica da Fiems pode ser referência para outras federações

A convite da CNI (Confederação Nacional das Indústrias), o diretor de Gestão Estratégica do Sistema Fiems, Rodrigo Benavides, apresentou, na tarde desta quarta-feira (30/08), em Brasília (DF), o funcionamento do Projeto de Gestão de Riscos Corporativos. Trata-se de um sistema customizado para o Sistema Indústria de Mato Grosso do Sul para aperfeiçoar os mecanismos de gestão, fortalecer a transparência e os conceitos de compliance dentro da instituição, o que favorece positivamente a governança, reputação e imagem perante os clientes.

Segundo Rodrigo Benavides, aprovado pela Unigest (Unidade de Gestão Estratégica) da CNI, o sistema poderá servir de referência nacional e ser disseminado entre outras federações das indústrias do País. “Gestão de riscos hoje em dia não é somente uma necessidade é uma tendência mundial. A Unigest já trabalhava com a expectativa de que com a conclusão do nosso projeto pudéssemos apresentar e transferir este modelo, logicamente, desde que ele se mostre interessante, viável e adequado. A partir desta análise, poderá vir a ser uma referência a nível nacional, inclusive para o próprio departamento nacional”, detalhou o diretor, que falou sobre o sistema para gerentes técnicos e executivos da Unigest.

O projeto foi integralmente desenvolvido pela DGE da Fiems e busca responder e atender às necessidades de conformidade (compliance), prestação de contas e da transparência do Sistema. “Além da proposta metodológica e de gestão do modelo, elaboramos paralelamente um sistema informacional de gestão de riscos (GERIS), que será subsidiada com as informações necessárias para que se possa ter um monitoramento, controle e sistema de comunicação eficiente e efetivo. Esse sistema permitirá a identificação, classificação, avaliação, priorização, tratamento e monitoramento de riscos, aumentando a segurança quanto ao alcance dos objetivos estratégicos”, afirmou o diretor de Gestão Estratégica do Sistema Fiems.

Ele explica, ainda, que por “riscos” se entende a ocorrência de eventos que podem afetar desfavoravelmente à organização no alcance de seus objetivos. “Lembrando que a gestão de riscos não é um propósito em si mesma, é uma ferramenta essencial e de caráter complementar, para dar respostas mais assertivas à tomada de decisões e ao planejamento. Toda organização, seja ela com ou sem fins lucrativos, existe para gerar valor às partes interessadas, e enfrentam incertezas. O desafio da alta direção é determinar o nível de incerteza que ela está preparada para enfrentar, é isto que o Sistema de Gestão de Riscos Corporativos se propõe a responder”, concluiu.