Professor prepara dicas para quem pretende garantir vaga na UEMS em 2021

Ele frisa que entender como o aluno pode ser cobrado é diferencial importante

O professor Guilherme Vargas – Divulgação

O final de ano é uma das épocas mais intensas para os alunos que estão em busca de ingressar nos cursos das universidades públicas. Em Mato Grosso do Sul, a UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) e a UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul) marcaram seus processos seletivos para janeiro, o que coloca milhares de estudantes na reta final para essa missão.

O professor Guilherme Vargas, que há mais de 20 anos prepara alunos que pretendem ingressar em universidades de todo o Brasil, organizou um guia rápido para orientar os estudantes sob as especificidades do processo seletivo da UEMS. Confira:

1 – Cotas: o vestibular da UEMS tem um detalhe importante, uma porcentagem de vagas reservadas apenas para alunos residentes em Mato Grosso do Sul. Sendo assim, dentro do regime de cotas, 20% são para negros, 10% para indígenas e 10% para moradores do Estado.

2 – Formato: a FAPEC (Fundação de Apoio à Pesquisa, Ensino e à Cultura) é a responsável pela elaboração da prova da UEMS, a mesma instituição que assina o vestibular da UFMS. Portanto, segundo Guilherme os alunos podem esperar provas no mesmo estilo. São 60 questões no total, sendo 15 de Natureza, 15 de Humanas, 15 de Linguagem, 15 de Matemática e, ainda, a Redação. “O conteúdo programático é o mesmo da matriz do ENEM”, pontua o professor.

3 – Pesos: para cada curso, a prova assume pesos diferentes nas áreas de conhecimento. Guilherme explica que em cursos como Medicina, Natureza e Redação têm peso 3, enquanto Humanidades e Matemática têm peso 2 e Linguagem peso 1. “Redação tem peso 3 para praticamente todos os cursos, exceto Ciências Contábeis e Direito com peso 4 e Engenharia Ambiental e Sanitária onde ela tem peso 2”, afirma.

4 – Informações: Guilherme acredita que um dos grandes segredos de ir bem em uma prova é estar a par das informações do edital, como, por exemplo, o tempo de duração do processo seletivo. “Mais do que dominar o conteúdo, é fundamental que o aluno saiba como organizar seu tempo na hora de fazer o vestibular. No caso da UEMS, o aluno deverá resolver as 60 questões e a redação em um período de 5 horas, por isso, uma boa dica é estudar refazendo provas de outros vestibulares de universidades que tenham o mesmo tempo de prova. Isso ajuda a aprender a manejar o tempo e também deixa o aluno mais seguro quando sua hora chegar”, sugere.

5 – Foco: agora na reta final é a hora principal para não perder o foco, mesmo com o fim do ano e o clima de festas que se aproxima. Sua sugestão é que os alunos mantenham os estudos, utilizando meios diferentes dos cursos e escolas regulares. “Existem diversos canais no YouTube, por exemplo, que podem ajudar e muito nesse processo”, conta. Ele mesmo está à frente desde 2015 do canal “Química em Foco”, no YouTube, que tem mais de 255 mil inscritos. Seu objetivo é levar a cada vez mais alunos Brasil (e mundo) afora conhecimentos sobre Química, sempre pensando nos conhecimentos curriculares e com foco no ENEM e vestibulares. Além das aulas regulares e vídeos com explicações, ele também realiza lives semanais todas as quartas-feiras, às 20 horas (horário de Brasília), resolvendo junto dos alunos questões dos principais vestibulares do país, uma ótima forma de aplicar o conteúdo e tirar dúvidas.

Para conferir as aulas do professor Guilherme Vargas, basta acessar: https://www.youtube.com/channel/UC17x1LZINMcgJRrbeZ-Lvow ou ainda pelo site https://quimicaemfoco.com.br/

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