Sérgio Longen se reuniu nesta quarta-feira com o presidente do TRT/MS, desembargador do trabalho João de Deus Gomes de Souza - Assessoria
Sérgio Longen se reuniu nesta quarta-feira com o presidente do TRT/MS, desembargador do trabalho João de Deus Gomes de Souza – Assessoria

A Fiems deu início às articulações para a realização de um seminário sobre a nova legislação trabalhista sancionada em julho pelo presidente da República, Michel Temer, e que entrará em vigor no mês de novembro deste ano. Nesta quarta-feira (02/08), o presidente da Fiems, Sérgio Longen, reuniu-se com o presidente do TRT/MS (Tribunal Regional do Trabalho de Mato Grosso do Sul), desembargador do trabalho João de Deus Gomes de Souza, para discutir as possibilidades e colher sugestões do representante da Justiça do Trabalho para o evento.

“Fiz questão de pedir algumas orientações ao presidente do TRT para desenhar esse seminário previsto inicialmente para setembro. O objetivo será debater a nova legislação das relações de trabalho, abordar aspectos relativos aos acordos coletivos patronais e laborais, colocar na mesa as dúvidas das duas partes na finalização desses acordos e dessas convenções”, detalhou Sérgio Longen.

Para o presidente do TRT/MS, toda legislação que passa por alterações acaba por suscitar preocupações, tanto por parte dos trabalhadores quanto dos empregadores. “As pessoas ainda estão naquela situação de insegurança: ela vem para beneficiar ou para prejudicar? Eu entendo que essa legislação não veio para tirar direito nenhum de ninguém. Ela veio simplesmente para adequar uma realidade de globalização pela qual a economia passa. O Brasil não poderia ficar atrás dessa modernização. Ou se adequa, ou permaneceríamos num país atrasado”, pontuou.

O desembargador do trabalho João de Deus ressaltou ainda que o seminário será de grande valia para esclarecer dúvidas a respeito da nova legislação. “Todos estão em busca de um ponto comum, que é a segurança jurídica. Discutir a nova legislação é importante neste sentido, pois ela garante a segurança jurídica tão almejada por trabalhadores, empregadores e pelos próprios magistrados”, avaliou.

Deputado Zé Teixeira