terça-feira, 14 - abril - 2026 : 5:37

Polícia Civil prende mulher em flagrante por tentativa de golpe com falso consórcio em Dourados

Prisão foi efetuada no final da tarde desta quarta-feira, 25 – Divulgação/PC

Policiais civis da 1ª Delegacia de Polícia e da DEPAC de Dourados prenderam em flagrante, no fim da tarde desta quarta-feira (25), uma mulher suspeita de tentar aplicar mais um golpe envolvendo a oferta de contratos de consórcio inexistentes. A suspeita foi surpreendida em posse de documentos falsificados durante a ação.

A equipe foi acionada após denúncia de uma mulher que já havia sido vítima da investigada. Segundo o relato, a sobrinha da comunicante estaria prestes a cair em um golpe semelhante ao praticado anteriormente. Em ocorrência registrada anteriormente, a vítima informou ter sofrido prejuízo aproximado de R$ 15 mil após realizar transferências via Pix relacionadas a um suposto contrato de consórcio intermediado pela suspeita.

Com a informação de que um novo crime estaria em andamento, os policiais iniciaram diligências imediatas e se deslocaram até o endereço indicado. Antes da abordagem, foi feita consulta ao sistema policial, que apontou diversos registros em nome da investigada, todos relacionados a práticas semelhantes de estelionato mediante oferta de consórcios fraudulentos.

No local, a mulher foi flagrada com quatro folhas de contratos falsificados em nome de uma empresa do setor, além de um aparelho celular utilizado nas negociações. Após contato com a empresa citada nos documentos, foi confirmado que os contratos eram falsos e continham informações fraudulentas, inclusive menção indevida a uma suposta autorização do Banco Central.

De acordo com as apurações, no momento da intervenção policial a suspeita já negociava o recebimento de valores por meio de transferência via Pix, o que caracteriza o início da execução do crime de estelionato. A consumação do golpe foi interrompida pela rápida atuação da equipe.

Durante interrogatório, a mulher optou por prestar declarações e confessou a prática criminosa. Ela alegou estar endividada e admitiu que os contratos eram falsos e que pretendia receber os valores por meio de transferência bancária. Diante das provas e da confissão, foi lavrado auto de prisão em flagrante pelos crimes de falsificação de documento particular e estelionato na forma tentada. A investigada permanece à disposição da Justiça.

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