Servidores usavam ‘laranjas’ para ocultar que eram donos das empresas que pagavam com dinheiro público

Prefeitura de Vicentina foi um do alvos da operação do Gaeco – Foto: Divulgação/Gaeco

Alvos da Operação Vila Brasil na manhã desta quarta-feira (11), servidores foram investigados por fraudarem licitações para benefício próprio no Estado. Nove mandados foram cumpridos em Vicentina e Fátima do Sul. As informações são do Jornal Midiamax.

Conforme as investigações do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) e da 1ª Promotoria do Patrimônio Público e Social de Fátima do Sul, contratos da Prefeitura de Vicentina foram celebrados com empresas em nome de ‘laranjas’. As empresas, na verdade, pertenciam a servidores públicos.

As investigações começaram em 2018 e ainda apontaram que tais empresas eram contratadas sem licitação. Uma das empresas envolvidas no esquema, pertencente a um servidor municipal, atua em desacordo com as normas ambientais.

Os mandados foram expedidos pelo Juízo da 2ª Vara de Fátima do Sul e foram cumpridos em três empresas, sendo uma construtora, na Prefeitura Municipal de Vicentina e na casa dos envolvidos. Uma das residências visitadas pelo Gaeco foi a do chefe de gabinete de Fátima do Sul.

A Operação Vila Brasil tem como foco desbaratar a associação criminosa voltada à pratica dos crimes de peculato, corrupção ativa e passiva, fraude à licitação e lavagem de dinheiro.

Deputado Zé Teixeira