Marçal pede agilidade em obras de Ceims

Marçal durante inauguração de Ceim no Jóquei Clube, construído com recursos garantidos por ele quando deputado federal – Divulgação

O vereador Marçal Filho (PSDB) pede celeridade na construção de Centros de Educação Infantil (Ceims) em Dourados. Todo ano faltam vagas nas unidades e em 2018 não será diferente. “Como são obras importantes é preciso agilidade, pois são centenas de crianças fora do ambiente escolar”, diz Marçal.

Conforme a prefeitura existe em andamento a construção de cinco Ceims. Durante o período de pré-matrícula que iniciou em dezembro e se encerrou no dia 15 de janeiro, o site da Prefeitura de Dourados recebeu 3.303 pedidos de inscrições em Ceims com crianças em idade de zero a três anos, 677 pedidos para crianças de quatro anos e outros 1.490 de cinco anos.

Em todo o ano passado, os 36 Ceims receberam 5.132 alunos, isso mostra que, somente o registro de pré -matrículas para esse ano ultrapassa o quantitativo de vagas disponíveis na rede municipal. “Por isso a necessidade de agilidade na construção das obras”, explica Marçal Filho.

No ano passado, a Prefeitura inaugurou quatro Ceims, dois deles construídos com recursos garantidos por Marçal quando era deputado federal. Trata-se das unidades no jardim Monte Carlo e no Jóquei Clube, que serviu como Ceim modelo por abrigar crianças em tempo integral.

Marçal tem cobrado uma solução para a falta de vagas. No início do ano passado a estimativa da secretaria de Educação era de que pelo menos duas mil crianças estavam sem estudar, quantitativo que oscila de um ano para o outro, principalmente agora, depois da inauguração de quatro unidades. O vereador tem defendido como alternativa firmar parceria com instituições que oferecem estruturas físicas e condições para receber as crianças, enquanto não zere o quantitativo de vagas.

As aulas na rede municipal de ensino em Dourados estão previstas para iniciar no dia 15 de fevereiro. Marçal espera que até lá a secretaria de Educação se organize para não enfrentar problemas ocorridos no ano passado, como falta de transporte para estudantes, além da falta de professores e de merendeiras.