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Publicada em 9 de dezembro de 2013 às 17:19

Sesi capacita monitores de bibliotecas e educadores no uso do Projeto Pupa

Os profissionais estão apreendendo sobre o projeto para repassar às mães, pais, babás e cuidadoras de crianças de 0 a 6 anos de idade

Com foco na primeira infância, o Sesi iniciou a capacitação de educadores e monitores das bibliotecas da Indústria do Conhecimento e instituições de Educação Infantil na utilização da Pupa, projeto que aprimora o processo de construção da inteligência das crianças de 0 a 6 anos de idade. Ao todo, são 25 participantes, que estão trabalhando os fundamentos do desenvolvimento infantil, por meio de aulas teóricas e práticas com módulos sobre brincar, literatura infantil, música e saúde, bem como a metodologia aplicada na formação e referência de consulta para o dia a dia do educador.

Segundo a gerente de educação do Sesi, Simone de Figueiredo Cruz, a realização do Projeto Pupa concretiza o grande compromisso social da entidade com a educação em Mato Grosso do Sul. “Tanto os monitores como os profissionais de educação podem enriquecer o trabalho desenvolvido na formação das crianças na faixa etária da primeira infância através de atividades lúdicas com brincadeiras, literatura e a construção de brinquedos com materiais simples. O projeto contempla também a orientação ao educador de como pensar e organizar um ambiente lúdico, afetivo, saudável e seguro no cotidiano das crianças”, declarou.

Fortalecimento

A diretora pedagógica da Pupa, Solange Jacob, destacou que a base do trabalho é o fortalecimento do vínculo entre adulto e criança, com os cursos inovando e realçando a importância das brincadeiras, da música e da literatura no desenvolvimento cerebral da criança. “O evento carregado de emoção é onde ocorre o maior aprendizado. Por isso, nós trabalhamos com o resgate da infância no adulto para selecionar os melhores estímulos que desenvolvam o potencial cognitivo, social e emocional da criança na primeira infância”, pontuou.

De forma lúdica e prática, os benefícios da neurociência e educação são repassados com olhar das áreas mais importantes para o desenvolvimento infantil. O projeto utiliza como ferramentas materiais de largo alcance, também chamados como elementos não estruturados, conforme explicou Solange Jacob. “Um pote de sorvete ou um rolo de papel podem se transformar em outro objeto, assim como um cabide pode virar uma raquete ou uma meia pode ser usada para fazer bolas. Os objetos podem ter outras finalidades, diferentes daquelas para as quais foram criados. Isso estimula a criatividade e faz a criança brincar de uma forma diferente”, comentou.

Capacitação

Para muitos participantes, o Projeto Pupa vai mudar a visão dos pais quanto ao desenvolvimento infantil. É o caso do monitor da Biblioteca da Indústria do Conhecimento do Sesi em Nova Andradina, Wagner Carlos Perigo, que vê na capacitação uma oportunidade de aproximar pais e filhos no ambiente escolar. “Hoje, a educação exige uma participação mais direta dos pais, por isso devemos chamar a atenção para deixar a correria da rotina diária e ter esse contato”, disse.

O mesmo ocorreu com a monitora da Biblioteca da Indústria do Conhecimento do Sesi em Dourados, Sônia Aparecida Morel. “O projeto é um novo instrumento de aprendizado, que vai ajudar a transformar as crianças em adultos vencedores, mais preparados para as demais fases da vida”, falou. Já a monitora da Biblioteca da Indústria do Conhecimento do Sesi em Bataguassu, Angela Maria Goes, salientou que a iniciativa é importante para o uso do novo recurso. “Estamos nos qualificando para melhorar o atendimento das crianças, professores e pais. Temos que buscar sempre novidades para melhorar o aprender”, afirmou.