Desde o início do ano, transferências estaduais para a instituição hospitalar somam R$ 34,6 milhões 

Santa Casa de Campo Grande tem repasses regularizados pelo governo do Estado – Foto de Ricardo Minella

O governo do Estado trabalha para regularizar os repasses às instituições hospitalares de Mato Grosso do Sul, com o objetivo de garantir o funcionamento de serviços essenciais à saúde da população sul-mato-grossense. Com essa meta, transferiu para a Santa Casa de Campo Grande, em uma semana, recursos da ordem de R$ 7,9 milhões, totalizando R$ 34.678.093,21 este ano.

Com os pagamentos feitos desde o último dia 6 de novembro, fica faltando apenas um valor de R$ 3,5 milhões, referente às competências de setembro e outubro de dois contratos: um de R$ 1,5 milhão/mês, que é a contrapartida estadual no co-financiamento da Unidade do Trauma e que vem sendo paga desde abril deste ano. O outro é de R$ 250 mil mensais para o custeio de serviços de alta complexidade e que são pagos mediante a produção apresentada pela Santa Casa.

O secretário de Estado de Saúde Geraldo Resende disse que solicitou à Secretaria Estadual de Fazenda (Sefaz) uma suplementação orçamentária para o pagamento destes valores, o que deverá acontecer dentro de 10 dias.

“Também há um compromisso de se agendar o pagamento das competências outubro e novembro para ocorrerem até dezembro, de maneira que não fique nada pendente para o próximo ano”, salienta Geraldo Resende.  “É uma determinação do governador Reinaldo Azambuja que façamos todos os esforços para manter a regularização dos repasses e isso tem sido feito”.

O secretário afirma que o governo do Estado reconhece a importância do papel exercido pela Santa Casa de Campo Grande na saúde pública de Mato Grosso do Sul, e por isso tem feito esforços constantes de manter em dia os repasses à instituição.

“Mesmo com todas as dificuldades orçamentárias pelas quais atravessa Mato Grosso do Sul e o país de uma maneira geral, temos mantido a regularidade nos pagamentos à Santa Casa. Desta forma, as crises financeiras pelas quais a instituição passa com frequência, não podem ser imputadas ao Estado, mas sim a questões relacionadas à sua própria gestão”, salienta o secretário.