Sérgio Longen, recebeu nesta terça-feira o vice-ministro de Industrialização e Comercialização da Bolívia, Humberto Salinas – Assessoria

O presidente da Fiems, Sérgio Longen, recebeu, nesta terça-feira (30/01), no Edifício Casa da Indústria, em Campo Grande (MS), o vice-ministro de Industrialização e Comercialização da Bolívia, Humberto Salinas, e o diretor-presidente da MS Gás, Rudel Trindade, para tratar sobre a comercialização do GLP (Gás Liquefeito de Petróleo) boliviano em Mato Grosso do Sul.

Na avaliação de Sérgio Longen, o botijão de gás de cozinha importado da Bolívia vai trazer uma grande economia para o setor industrial do Estado. “Atualmente, já se consegue fertilizantes fabricados na Bolívia com preços bem mais competitivos que os nacionais. Por isso, somos a favor que agora seja liberada a importação do GLP boliviano, que seria revendido no Estado a R$ 12,00 o botijão, enquanto o nacional já está sendo comercializado na faixa de até R$ 80,00”, pontuou.

Para o vice-ministro Humberto Salinas, o GLP e o gás natural bolivianos podem aquecer a produção da indústria de Mato Grosso do Sul e a Bolívia pode colaborar com esse desenvolvimento. “Fizemos contato com a Copagaz para poder conversar sobre a possibilidade de extrair GLP da Bolívia. A expectativa é muito boa porque temos o produto para entregar para o mercado consumidor brasileiro, que está interessado”, afirmou.

Já o diretor-presidente da MS Gás, Rudel Trindade, adiantou que foi marcada uma agenda para verificar a demanda, necessidades e legislações com relação ao GLP boliviano e que em breve terá uma reunião com o presidente da Fiems, Sérgio Longen, representantes das empresas de GLP em Mato Grosso do Sul e do Governo do Estado em Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia.

“A MS Gás entra como agente do Governo do Estado. Não vai ter nenhum tipo de atividade comercial, mas essa mediação é uma forma de estreitar os laços com o governo boliviano e com o setor industrial, trazendo como benefícios um produto mais barato. Hoje o GLP está muito caro para a população e agora vemos a possibilidade de baratear e esse produto”, explicou Rudel Trindade.