Governador durante abertura da 6ª Conferência Estadual das Cidades de Mato Grosso do Sul, no Centro de Convenções Arquiteto Rubens Gil de Camillo – Foto: Chico Ribeiro
Governador durante abertura da 6ª Conferência Estadual das Cidades de Mato Grosso do Sul, no Centro de Convenções Arquiteto Rubens Gil de Camillo – Foto: Chico Ribeiro

Teve início nesta terça-feira (3.10), em Campo Grande, a 6ª Conferência Estadual das Cidades de Mato Grosso do Sul – evento em que a sociedade civil e o poder público debatem políticas para o desenvolvimento dos municípios. Na abertura da conferência, o governador Reinaldo Azambuja defendeu o planejamento urbano como ferramenta para a construção de cidades que contribuam para o bem-estar da população. “É o momento de discutirmos as cidades que temos e as cidades que queremos, com sustentabilidade, acessibilidade, mobilidade e saneamento”, afirmou ele.

Mato Grosso do Sul possui 79 municípios. Ao discursar, o governador lembrou que mantem investimentos que promovem a organização urbana em todas as cidades sul-mato-grossenses. “Nas áreas de infraestrutura, saneamento, habitação e organização das cidades. Fizemos o maior aporte financeiro dos últimos anos nessas áreas. Nenhuma cidade ficou de fora dessa organização”, destacou.

O presidente da Assomasul (Associação dos municípios de Mato Grosso do Sul) e prefeito de Bataguassu, Pedro Caravina, reforçou o apoio estadual aos municípios. “Programas como o Lote Urbanizado e obras de infraestrutura têm dado resultados fantásticos, fazendo com que prefeitos consigam entregar obras para a população, já que com recursos próprios seria impossível”, falou.

Conferência

A sexta edição da Conferência Estadual das Cidades de Mato Grosso do Sul debate de forma democrática o crescimento e desenvolvimento urbano dos municípios. Segundo a diretora-presidente da Agehab (Agência Popular de Habitação de Mato Grosso do Sul), 78 das 79 cidades confirmaram presença.

Entre as pautas, o planejamento urbano é um dos principais desafios, explicou o secretário estadual de Infraestrutura Marcelo Miglioli. “É a palavra-chave para que não haja desperdícios e obras malfeitas”, explicou. “Antigamente, por exemplo, faziam primeiro o asfalto e depois vinham cortando o pavimento para instalar o esgoto. Isso não acontece mais”, pontuou.

Os debates da Conferência Estadual seguem até esta quarta-feira (4.10) no Centro de Convenções Arquiteto Rubens Gil de Camillo. Ao final, será elaborado documento com as prioridades de Mato Grosso do Sul na área do desenvolvimento urbano para ser apresentado na Conferência Nacional das Cidades.