- Por Rosa Floriano

Já chegamos ao consenso que proteger a vida através do meio ambiente é condição sine qua non para a nossa qualidade de vida. Mas precisamos entender que as regras de fiscalização são desconhecidas pelo público e não raras vezes pelos próprios fiscais. A mulher em si atualmente é a figura central para se compreender uma sociedade com menos vícios e quando focamos ao lado de questões fundamentais que apresentam uma sociedade em equilíbrio com o meio ambiente. A Lei dos Crimes Ambientais propõe caminhar na direção do interesse público, sugerindo caminhos por meio de cores e desenhos, para uma interação das pessoas com o discurso e com a prática da Educação Ambiental. A nossa Constituição Federal trata do assunto no Artigo 225 – “todos tem direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial a sadia qualidade de vida, impondo-se ao poder público e a coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações.
E reafirma isso no Artt 170 quando preconiza: A ordem econômica, fundada na valorização do trabalho humano e na livre iniciativa, tem por fim assegurar a todos a existência digna, conforme os ditames da justiça social, observados os seguintes princípios “ (…) VI – defesa do meio ambiente(…);
A lei 6039/81 que trata dos ditames da Política Nacional do Meio Ambiente, define-o como conjunto de condições, leis, influências, alterações e interações de ordem física, química e biológica que permite, abriga e rege a vida em todas as suas formas. Mas eu entendo que o meio ambiente é uma res communes omnium, ou seja o de todos para todos e assim possa ser percebido sua importância.
Por isso não importa se a fauna é domestica, ictiológica, silvestre ou exótica, a importância efetiva de se controlar, dos licenciamentos ambientais até o que “deixamos ir”, no ralo da pia, precisa ser observado pelo olhar do futuro e com muito carinho inclusive na escolha de quem será o próximo Presidente da República, e que os indiferentes, finalmente entendam, que o amor deve prevalecer, a união deve se solidificar e cuidar não é simplesmente “ coisa de ambientalista”, pois nós nascemos para nos apaixonar…pelo ar puro, pelo beijo, pela vida e pelo prazer que ela nos oferta.
- Colunista do AGORA MS



















