Aumento já foi observado em Campo Grande e no Rio de janeiro

O preço médio do gás de cozinha teve a maior alta de 2018 em Campo Grande até agora. O botijão de 13 quilos foi de R$ 71,75 para R$ 76,36 em março, de acordo com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustível (ANP). O gás liquefeito de petróleo, no Rio de Janeiro, também sofreu um reajuste, passando a valer R$ 8,37 por metro cúbico. Com essa tendência, é imprescindível que o consumidor economize para não sentir no bolso as mudanças.

A primeira dica, realmente, é não tentar economizar na hora de escolher o botijão de gás. Tal prática pode submeter você e sua família a diversos riscos. Portanto, sempre opte por fornecedores certificados. Quando for comprar o utensílio, verifique se não há algum dano ou se o botijão não está amassado. Em caso afirmativo, procure outro produto.

Os cuidados também valem enquanto você utiliza o fogão. A chama deve ser azulada. Se ela for de outra cor, pode ser que o seu eletrodoméstico esteja desregulado, o que resultará em maior gasto de gás e aumentará a conta no final do mês. Portanto, mantenha o fogão em dia com os cuidados e reparos para não correr o risco de sofrer algum acidente e também para economizar.

Para aproveitar o espaço no forno, asse vários alimentos de uma vez. A panela de pressão também é sua aliada para preparar a comida de forma mais rápida. Não tenha medo de utilizá-la. O risco de explodir só acontece quando a panela está danificada ou com sujeira que bloqueie a saída de ar da válvula superior. Nesse sentido, o fogão 4 bocas é melhor, pois não utiliza tanto gás de uma só vez.

A tampa da panela deve estar no lugar para aumentar a temperatura de cozimento. Com o calor produzido, é possível finalizar a preparação com a chama desligada, economizando no gás de cozinha e consequentemente na conta no final do mês. A mesma coisa acontece com os fornos: deixe a porta sempre fechada para os alimentos assarem mais rápido.

Alta de preços

Em 2017, o gás ficou 16% mais caro para os brasileiros, de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Em Recife, o consumidor final chegou a sofrer com alta de 33,52%. O valor do gás de cozinha era reajustado mensalmente e, agora, segundo a Petrobrás, será reajustado a cada três meses.