Com apoio do Governo de MS, Campo Grande é a única capital do Centro-Oeste com desfile de escolas de samba

Governador Eduardo Riedel recebeu na tarde desta segunda, 09, representantes da Lienca (Liga das Entidades Carnavalescas de Campo Grande) – Foto: Bruno Rezende/Secom

Campo Grande é a única capital da região Centro-Oeste que realiza desfile de escolas de samba e, com esse samba no pé, a população vai curtir o Carnaval 2026 na Cidade Morena, com apoio do Governo do Estado, por meio da Setesc (Secretaria de Estado de Turismo, Esporte e Cultura), e da FCMS (Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul).

Nesse cenário de fortalecimento da festa popular e de valorização das entidades carnavalescas, o governador Eduardo Riedel recebeu, na tarde desta segunda-feira (9), representantes da Lienca (Liga das Entidades Carnavalescas de Campo Grande), em agenda que contou com a presença do secretário da Setesc, Marcelo Miranda, e do diretor-presidente da FCMS, Eduardo Mendes. Na ocasião, a diretoria da Lienca agradeceu os recursos e a infraestrutura destinados à realização do Carnaval.

“Viemos aqui para agradecer mais uma vez pelo apoio que temos recebido, tanto em recursos quanto em estrutura. Durante todo o ano, sempre que a Liga ou as escolas precisam de apoio, encontramos portas abertas na Setesc. A Liga está de mãos dadas com o Governo do Estado para fazer um Carnaval alegre, festivo e inclusivo com muita segurança para as famílias”, afirmou o presidente da Lienca, Alan Catharinelli, em nome dos diretores das escolas de samba da capital.

O governador lembrou do papel da Assembleia Legislativa como parceira do Estado no fortalecimento do Carnaval e afirmou que os avanços alcançados na realização do evento são resultado da atuação conjunta entre governo, parlamento e entidades carnavalescas, em um esforço compartilhado para garantir melhores condições, campanhas de apoio e a consolidação da festa junto à sociedade.

“A gente só consegue avançar e entregar esse resultado porque existe um trabalho conjunto, inclusive nas campanhas, criando as condições para que chegássemos onde chegamos. Essa soma de esforços, cada um com a sua competência, habilidade e responsabilidade, é o que permite que vocês trabalhem o ano inteiro em função disso e, hoje, estejam entregando esse resultado para a sociedade”, completou Riedel.

O encontro ainda contou com a presença do deputado estadual Junior Mochi, que também acompanhou a agenda institucional e reforçou o apoio da Alems às ações voltadas ao Carnaval de Campo Grande.

O desfile das escolas de samba de Campo Grande acontece na Praça do Papa nos dias 16 e 17 de fevereiro. Também faz parte do calendário a Mostra das Fantasias Carnavalescas no Armazém Cultural, como uma valorização dos carnavalescos.

Com expectativa de reunir mais de 100 mil foliões ao longo da programação, o Carnaval de Campo Grande de 2026 chega fortalecido por um robusto investimento público e pela consolidação do evento como um dos principais motores culturais, econômicos e turísticos da Capital. A estimativa de público considera tanto os blocos de rua, que devem concentrar grande parte dos foliões, quanto os desfiles das escolas de samba.

Aproximadamente R$ 2,6 milhões foram destinados pelo Governo de Mato Grosso do Sul à Liga das Escolas de Samba, o dobro do investido no ano passado. A programação integrada reforça o conceito de um Carnaval único, que une diferentes manifestações culturais e amplia o fluxo de visitantes vindos do interior do Estado e de outras regiões do país.

“É um investimento que a gente considera significativo, uma evolução muito grande, principalmente considerando o retorno que isso deu em termos de fomento. Então, é um orgulho muito grande a gente ter tido esse aporte, que, com certeza, terá retorno tanto na valorização da nossa cultura como na questão da geração de renda para a nossa população”, frisou o secretário de Estado de Turismo, Esporte e Cultura, Marcelo Miranda.

O investimento público no Carnaval viabiliza uma estrutura de grande porte, com palcos, iluminação, som, serviços de apoio e logística, além de garantir melhores condições para artistas, trabalhadores da cultura e entidades carnavalescas. O impacto econômico é sentido em diversos setores, como comércio, hotelaria, alimentação e transporte, fortalecendo a cadeia produtiva ligada ao turismo e ao entretenimento.

Para os blocos, a expectativa é oferecer uma experiência organizada e segura para um público cada vez maior, consolidando o carnaval de rua como patrimônio cultural imaterial de Mato Grosso do Sul.

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