A tensão pré-operatória passa pelo temor da anestesia. Se sentir seguro e passar tranquilidade ao paciente faz parte do procedimento e, para isso, é preciso usar materiais de procedência e qualidade

Um dos maiores temores dos pacientes que se submetem a procedimentos cirúrgicos está relacionada à anestesia. Muito embora a medicina tenha avançado neste campo, a tensão é um fator que deve ser enfrentado no pré-operatório. Tranquilizar o paciente é importante, mas para isso o profissional da saúde deve ter a certeza que todo o planejamento vai garantir que o processo seja seguro.

Uma forma menos invasiva de anestesia feita por meio da inalação gradativa de gases através da ventilação artificial. Neste método, a recuperação é mais rápida, e os efeitos colaterais tendem a desaparecer em menos tempo.

A transmissão dos gases para a via respiratória é feita pelos circuitos de anestesia. Trata-se de uma série de equipamentos acoplados que garantirão o transporte da droga, a ventilação artificial e o conforto do paciente.

Apesar de, durante o procedimento cirúrgico, o paciente se manter desacordado, é essencial se preocupar com o seu conforto, sobretudo da máscara que ficará sobre a boca. Infelizmente, nem todos os materiais médicos disponíveis no mercado são de boa qualidade e, em alguns casos, o baixo custo do dispositivo impacta diretamente no bem-estar de quem o utiliza.

Mas o conforto está longe de ser a única preocupação. Produtos de fabricantes conceituados primam pela segurança. Aliás, tratando-se de procedimento cirúrgico com anestesia, estamos falando de um campo que não permite falhas, mesmo que irrisórias, pois a segurança, e em casos específicos, a vida do paciente, está em jogo.

Uma boa dica é buscar referências com outros profissionais da área da saúde antes de adquirir os circuitos anestésicos que serão utilizados pela sua equipe. Outra orientação importante é comprar não apenas este, mas outros produtos médicos em locais de procedência e credibilidade. Na internet, indicamos a Celmat, referência na comercialização de produtos hospitalares.

Segurança

Em alguns países, como nos Estados Unidos, são permitidos apenas circuitos descartáveis, para evitar a transmissão de doenças e outras complicações. Em alguns quadros clínicos, aliás, os circuitos descartáveis são os únicos indicados, como no caso de pacientes com infecção de via área. E independentemente do tipo, existe a orientação de usar filtros que evitam a proliferação de bactérias, além da substituição de todo o equipamento em no máximo uma semana, seja ele permanente ou descartável.

Componentes

Os circuitos de anestesia podem ter mais de uma configuração, tanto para uso pediátrico como também adulto, e isso vai depender da mesa anestésica na qual ele será acoplado. A medicina veterinária também utiliza este dispositivo, embora seja de composição específica conforme a demanda e o porte do animal.

Basicamente o kit vem com um balão, acompanhado de conectores, como o usado para a entrada do gás e as traqueias. Os circuitos, na verdade, são ligados a um equipamento maior, que controla, também, a ventilação e a vaporização da droga anestésica. Ou seja, os circuitos são acessórios da máquina de anestesia, e funcionam para fazer o elo entre a medicação, administrada de forma mecânica ou manual – com o controle de fluxo de gases medicinais – até o paciente.

As mais diferentes configurações são definidas conforme a particularidade de cada demanda, que leva em consideração o quadro clínico, o perfil e o ambiente de utilização. Portanto, na escolha do circuito a ser utilizado no centro cirúrgico, o preço não deve ser o fato determinante, e sim a segurança, a qualidade do produto e a garantia de conforto ao paciente.