Instrutor do curso será o especialista em comércio exterior Gabriel Segalis – Assessoria

Os novos termos padrões de vendas internacionais, os chamados Incoterms, já estão em vigor desde o início desde ano e o CIN/MS (Centro Internacional de Negócios de Mato Grosso do Sul), com apoio do Sebrae/MS, oferece uma capacitação para apresentar as principais alterações às empresas de Mato Grosso do Sul que importam e exportam.

“As alterações passaram a valer em 1º de janeiro deste ano e, com isso, todos os contratos de vendas devem fazer referência às regras Incoterms 2020. Por isso, o quanto antes o importador e o exportador se aprofundarem nos novos termos, melhor”, orientou a coordenadora do CIN/MS, Nathália Alves dos Santos. 

Público-alvo

Ainda segundo ela, o curso é voltado tanto para quem já atua no comércio exterior há muito tempo, quanto para quem está começando ou pensando em começar, pois os termos atualizados são válidos até 2030. O curso é presencial e será oferecido em duas cidades: Campo Grande e Corumbá, que, em razão da fronteira com a Bolívia, concentra um grande número de despachantes aduaneiros do Estado.

Na Capital, a capacitação será no dia 5 de março, das 13 às 21 horas, na sala de treinamentos do IEL, que fica na Avenida Afonso Pena, 1.031, Bairro Amambaí, enquanto em Corumbá o treinamento foi dividido em dois dias: 6 (das 18 às 22 horas) e 7 de março (das 8h30 às 10h30), na sede do Sesi do município, que fica na Rua Nossa Senhora da Candelária, 1.555, Bairro Maria Leite. 

Instrutor

Em ambas as cidades, o instrutor do curso será o especialista em comércio exterior Gabriel Segalis, que tem no currículo um mestrado pela FGV (Fundação Getúlio Vargas) em Administração de Empresas e uma pós-graduação em Comércio Exterior. Gabriel Segalis também tem experiência em marketing internacional, negociações internacionais e atua há mais de 35 anos na área de logística e processo de gestão de operações de importação e exportação.

Durante o curso, Gabriel Segalis pretende explicar que o preço internacional não pode ser exatamente o mesmo que a empresa pratica para o mercado interno, pois os impostos locais não devem ser exportados junto com a mercadoria. “É importante saber técnicas de formação de preço internacional, os aspectos tributários na exportação e importação, sua interferência no preço final da mercadoria. Os custos logísticos internacionais são basicamente o frete e o seguro internacional, que, dependendo da forma de venda, deverão ser acrescentadas ao preço unitário, de acordo com o Incoterm escolhido”, adiantou. 

Serviço – Interessados podem obter mais informações ou fazerem as inscrições pelo telefone (67) 3389-9254.

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