Candinho Gabínio quer mais casas populares para atender famílias carentes

Vereador Candinho Gabínio, presidente da Câmara Municipal de Ponta Porã – Assessoria

Na sessão ordinária desta terça-feira, 28 de maio, o presidente da Câmara Municipal de Ponta Porã, Candinho Gabínio, encaminhou uma indicação ao prefeito Hélio Peluffo Filho, com cópia ao diretor presidente da Agência Municipal de Habitação (Habiporã), Rafael Modesto, solicitando a criação e execução de projeto habitacional bem como o cadastramento/atualização de cadastro de famílias que possam ser beneficiadas no programa de habitação social.

Candinho Gabínio disse que “o último conjunto habitacional construído em nosso município foi entregue às famílias há mais de três anos e desde então não houve a execução de projetos e obras para atender as demais famílias carentes que não dispõe de casa própria. Portanto, fiz essa indicação para que o Poder Executivo Municipal realize novos cadastros ou então atualize os cadastros das famílias que podem ser beneficiadas com programas de habitação social e execute algum projeto para atender esta demanda que é crescente no município”, explicou.

Equipamentos de Proteção Individual

O presidente do Poder Legislativo, Candinho Gabínio, solicitou ao prefeito, Hélio Peluffo Filho, e aos secretários municipais, André Manosso (Obras e Urbanismo) e ao Eduardo Campos (Governo e Comunicação), que sejam disponibilizados novos materiais de sinalização de trânsito (cones) e equipamentos de proteção individual (coletes refletivos) aos servidores que trabalham na limpeza, pintura e manutenção das vias em nosso munícipio.

O vereador explicou que “a presente indicação se faz necessária, tendo em vista que estes profissionais trabalham no período noturno e estão desprotegidos, pois os mesmos não utilizam coletes refletivos e os cones utilizados para sinalização já não tem mais faixas refletivas. Tal situação coloca em risco a vida dos servidores que para executar suas funções ficam expostos na via de trânsito onde pode ocorrer um atropelamento ou outro tipo de incidente”, justificou Candinho Gabínio.