Quem quer um futuro limpo para Mato Grosso do Sul pode ajudar ao candidato ao governo do Estado pelo PDT, juiz Odilon de Oliveira, a garantir uma eleição transparente e justa. Os eleitores podem se voluntariar para fazer a fiscalização no dia de votação em segundo turno, no dia 28 de outubro. Um fiscal eleitoral é uma pessoa que tem autorização para estar presente no local de votação verificando os procedimentos para identificar eventuais irregularidades.

“Estamos precisando de voluntários para o trabalho de fiscalização no dia da votação para evitar qualquer imprevisto no decorrer da votação. O fiscal é essencial para evitar possibilidades de fraudes no dia 28”,observa o coordenador da campanha Odilon Junior. Os voluntários têm de ser maiores de 18 anos e não podem ter sido convocados oficialmente como mesários.

Os interessados podem comparecer ao escritório de campanha, que fica no centro de Campo Grande. O escritório fica na rua Barão de Melgaço, 147. A equipe de campanha vai registrar informações como o nome do voluntário, telefone, zonal eleitoral e local de votação. Depois é só esperar pelas orientações para a participação no dia da votação.

O fiscal ganha uma credencial emitida pelo partido e, no dia da eleição, tem que apresentar a sua credencial ao presidente da mesa receptora. Na junta eleitoral, turma ou mesa receptora, só pode atuar um fiscal de cada vez. Os fiscais dos partidos políticos e das coligações poderão acompanhar a urna, bem como todo e qualquer material referente à votação, desde o início dos trabalhos até o seu encerramento.

Da Assessoria