Artur Prado Marques governou o município no período de 15 de setembro de 1966 a 31 de janeiro de 1967

Artur Prado Marques, ex-vereador e ex-prefeito de Caarapó, morreu aos 92 anos – Foto: Rede social/Facebook

O prefeito de Caarapó, André Nezzi (PDT), decretou luto oficial no município por um período de três dias em razão da morte do ex-prefeito Artur Prado Marques, que governou a cidade no período de 15 de setembro de 1966 a 31 de janeiro de 1967. O ato provocou o hasteamento das bandeiras a meio mastro nas repartições públicas municipais.

Artur Prado Marques faleceu na quarta-feira (2), na Santa Casa de Campo Grande, onde se recuperava de uma pneumonia, segundo informaram familiares. Ele tinha 92 anos.

O ex-político, baiano da cidade de Guanambi, chegou a Caarapó em 1950, onde trabalhou no ramo madeireiro, tendo sido proprietário de serraria. Em 1962, elegeu-se vereador pelo distrito caarapoense de Nova América, conhecida como “Região dos Baianos”, integrando a primeira Câmara Municipal – Caarapó passou a ser município em dezembro de 1958. Tomou posse em 31 de janeiro de 1963, sendo eleito presidente do Poder Legislativo municipal, cargo que ocupou por duas vezes consecutivas.

De acordo com o Caaraponews, em 1966, no exercício da presidência da Câmara, Artur Prado Marques foi eleito prefeito municipal, em virtude do afastamento do titular, Epitácio Lemes dos Santos, e do vice-prefeito Pedro Lemes Gonçalves.

Segundo a família, Artur Prado Marques teve cinco filhos, dez netos, 16 bisnetos e dois tataranetos.

O prefeito André Nezzi lamentou a morte do ex-prefeito e ex-vereador. Em uma rede social, o dirigente publicou um texto onde lembrou a homenagem prestada a Artur Prado Marques pelo Poder Legislativo. “Quando eu ainda presidia a Câmara, prestamos a ele uma homenagem em vida, pois ele foi um dos pioneiros e contribuiu muito para o desenvolvimento de Caarapó”, escreveu o prefeito. “Deixo aqui meus sinceros sentimentos de pesar a todos os familiares e que Deus, em sua infinita bondade, receba seu Artur de braços abertos”, concluiu.