Bem-vindo à era da Transformação Digital: mais de 90% das empresas planejam adotá-la, aponta pesquisa da MuleSoft

Mais de 50% de todo o investimento em TI será para a inovação tecnológica até 2024

Há uma expectativa muito grande sobre o futuro das empresas, as alterações de prioridades são dinâmicas e acompanham diretamente a análise de dados de cada organização, por isso a leitura correta desses dados é um dos desafios da indústria 4.0, mostrando que a tomada de decisão quando é embasada, torna as inovações tecnológicas um recurso fundamental. O fato é que a transformação digital, ganha espaço a cada momento e modificou as metodologias operacionais, pois está inserida no cotidiano das pessoas e corporações, gerando a necessidade urgente de se adequar e implementar recursos e soluções digitais que acompanhem esse movimento para conseguir sobreviver e se destacar frente à ampla concorrência.

A IDC estima que, até 2024, mais de 50% de todo o investimento em TI será destinado para as áreas de inovação e transformação digital, crescendo a uma Taxa de Crescimento Anual Composta (TCAC) de 17%. Soluções como Advanced Analytics, Big Data, Inteligência Artificial e RPA (Robotic Process Automation) são algumas das tecnologias necessárias para as empresas otimizar e garantir a assertividade em seus processos, por meio de analises avançadas de dados, atendem as demandas dos seus colaboradores e consumidores.

Em 2020, a população mundial foi atingida de repente por uma crise, obrigando as empresas a repensar, principalmente, as formas de consumo, relações, comportamentos, processos e prioridades. Devido às medidas orientadas pelos órgãos de saúde para frear as transmissões do novo Coronavírus (Covid-19), muitas empresas fecharam as portas temporariamente ou adotaram soluções digitais para dar continuidade às atividades de forma remota.

Neste contexto de incertezas, para implementar novos modelos de negociação e hábitos, novas maneiras de vender e produzir, gestão de pessoas, treinamentos e orientações para os funcionários, as apostas em ferramentas tecnológicas entram em cena e assumem papel importante. No entanto, o desafio não está apenas em adequar os processos operacionais à distância, mas também proporcionar uma boa experiência aos clientes para manter o fluxo de caixa ativo e garantir a sobrevivência dos negócios até tudo voltar à normalidade.

Recursos de analises de dados, soluções de armazenamento e cruzamento de informações são ferramentas que automatizam os processos e mensuram resultados, gerando análises que apoiam a tomada de decisões. Além disso, auxiliam em soluções mais eficientes, no dia a dia dos colaboradores e na aproximação com os clientes. Por meio dessas tecnologias, é possível oferecer um serviço de qualidade em menos tempo, aumentar a produtividade e diminuir os custos de forma eficiente. Neste contexto, companhias que já estavam em um processo de transformação digital e já tinham o home office adotado como parte da cultura organizacional saíram na frente, pois estavam mais preparadas para manter a empresa em andamento.

Um estudo global com 800 CIOs e cargos importantes na área de TI de organizações com pelo menos 1.000 funcionários dos Estados Unidos, Reino Unido, França, Alemanha, Holanda, Austrália, Cingapura, Hong Kong e Japão demonstrou que 92% dos entrevistados estão realizando iniciativas ou planejando inserir a transformação digital no próximo ano. Essas informações são da MuleSoft, fornecedora de plataforma para construção de redes de aplicativos.

“Os CIOs estão posicionados de maneira única para liderar a transformação digital de sua organização. Os líderes de TI de todos os setores devem se concentrar na criação de um novo modelo operacional que acelere a velocidade de entrega, aumente a agilidade organizacional e ofereça inovação em grande escala. Com uma abordagem liderada por API, os CIOs podem alterar a velocidade do relógio de seus negócios e emergir como o administrador de uma empresa que pode ser composta para democratizar o acesso aos ativos existentes e aos novos recursos”, disse Simon Parmett, CEO da MuleSoft.

De acordo com uma pesquisa da Harvard Business Review Analytics Services, 68% das empresas líderes digitais melhoraram a rentabilidade do negócio. A transformação Digital já tinha demonstrado antes da crise inúmeros benefícios para as corporações, incluindo o aumento de receita e competitividade. Por isso, atrelado à pressão da concorrência e à necessidade de suprir as novas necessidades para melhorar o Employer Branding, já era previsto maior investimento em soluções tecnológicas. Porém, com a crise, a necessidade de tornar a empresa digital se intensificou e acelerou alguns planejamentos. A certeza que fica é que somente as empresas que tomam decisões a partir de seus dados podem garantir mais assertividade após uma crise.