Dados divulgados pela Secretaria de Estado de Saúde do Mato Grosso do Sul chamam atenção para o número de casos de dengue diagnosticados nas cidades sul-mato-grossenses. Em todo estado as notificações chegam a mais de 60 mil e os casos confirmados já ultrapassam 35,8 mil, números superiores a de anos anteriores com 10.729, em 2018, e 7.276, em 2017. E os óbitos por causa da doença já somam 27. Oito vítimas eram de Campo Grande.

Como o diagnóstico precoce aumenta a possibilidade de sucesso do tratamento, o Sabin desenvolveu o exame PCR combo, para uma identificação rápida das três doenças causadas pelo mosquito aedes aegypti: dengue, zika e chikungunya. Com resultado em quatro dias úteis, o exame é capaz de identificar, em uma mesma reação, a detecção dos três vírus. “Ao usar a técnica molecular de RT-PCR quantitativo, para a detecção dengue, zika e chikungunya temos a vantagem de identificar, na fase aguda, qual o vírus causador da doença, sem a necessidade de pedir ou fazer reações em separado para cada um. Ou seja, com uma única coleta de sangue, é possível pesquisar os 3 vírus”, explica a gestora Regional do Sabin Medicina Diagnóstica em Campo Grande, Adriana Lima.

No caso específico da dengue, a vacina e o uso de repelente são algumas das alternativas utilizadas na prevenção. A gestora chama atenção para a recomendação da vacinação nos grupos considerados de risco. “Pessoas soropositivas para um dos quatro sorotipos do vírus da dengue, e, profissionais que estão propensos a terem um maior contato com o mosquito transmissor, como veterinários e agrônomos, estão entre os que podem tomar a vacina. Além deles, quem for se alistar e ficará um bom período na mata também é recomendável a vacinação”, finaliza.