Criatividade das maquetes dinamizou e facilitou o aprendizado da Matemática na atuação profissional – Divulgação

Calouros dos cursos de Agronomia e de Produção Agrícola da UNIGRAN apresentaram maquetes de estruturas e equipamentos utilizados na área, que foram construídas com o objetivo de aprender a utilização e a importância da Matemática na atuação profissional. A atividade foi coordenada pelo professor Junior dos Santos Duarte.

O professor explicou que a atividade surgiu a partir de um questionamento comum durante as aulas. “Essa atividade teve o objetivo de responder uma dúvida dos próprios alunos dos primeiros semestres que chegavam e já perguntavam o porquê de estudar matemática no curso de Agronomia e Produção Agrícola. Assim, surgiu a ideia de utilizar as metodologias ativas que proporcionam a vivência do conteúdo, colocando-o em prática e saindo daquele formato de apenas fazer conta em sala de aula. Durante a elaboração do texto e a construção da maquete, os estudantes podem ver a real aplicação dos elementos matemáticos que compõem a construção, por exemplo, de um barracão, de um silo, aviário, curral, mangueiro anti-stress, ou seja, em todos os segmentos da agricultura”, disse.

Uma das maquetes construídas foi de um carneiro hidráulico. “A produção do nosso trabalho foi bem simples, porém, contribuiu muito no alcance do objetivo da disciplina. Construímos uma maquete de um carneiro hidráulico, composto principalmente por canos de pvc, que é um equipamento barato e que leva a água do açude para a caixa d’água e, assim, pode ser utilizado na irrigação de uma horta ou em uma residência em propriedade rural, por exemplo”, explicou o aluno Gustavo Mendonça.

Já o acadêmico Gustavo Gonçalves disse que, apesar da atividade ter sido trabalhosa, os motivou ainda mais a estudar o conteúdo. “Devido à construção de maquetes ser mais da área de arquitetura, foi necessário buscarmos algumas orientações com profissionais. Já a elaboração do trabalho escrito, exigiu muita dedicação, empenho e domínio do conteúdo para podermos explicá-lo durante a apresentação. Acredito que o trabalho cumpriu a proposta de visualizar onde a matemática se encaixa na nossa profissão e ainda o dinamismo durante o desenvolvimento facilitou muito a compreensão da disciplina”, falou.

A aluna Julia Rodrigues elogiou a iniciativa de “fugir” do formato padrão de ensino. “Muitas pessoas têm dificuldades com a Matemática e, por isso, é preciso buscar estratégias para facilitar seu entendimento. Foi exatamente isso que aconteceu. Nós construímos um armazém de grãos e identificamos as formas geométricas durante todo o processo. Com certeza o aprendizado foi melhor do que em sala de aula”, finalizou.