Chikungunya avança em Dourados; município já chega a 7,4 mil notificações

De acordo com o levantamento, 2.781 casos foram confirmados e 5.355 são classificados como prováveis – Foto: A. Frota

O avanço da chikungunya continua preocupando as autoridades de saúde em Dourados. O Informe Epidemiológico nº 39, divulgado nesta sexta-feira, 1º de maio, pela Secretaria Municipal de Saúde, aponta que o município já soma 7.487 notificações da doença desde o início do ano.

De acordo com o levantamento, 2.781 casos foram confirmados e 5.355 são classificados como prováveis. O boletim também registra nove mortes confirmadas por chikungunya, enquanto outros três óbitos permanecem em investigação pelas equipes de vigilância.

A taxa de positividade está em 56,6%, percentual considerado elevado e que demonstra a continuidade da circulação do vírus no município. Além dos casos já confirmados, Dourados ainda monitora 2.574 suspeitas que seguem em análise.

Outros 2.132 registros foram descartados após avaliação epidemiológica. Mesmo assim, o volume de notificações reforça o cenário de transmissão ativa e a necessidade de manter as ações de prevenção, controle do mosquito e acompanhamento dos pacientes.

Nas aldeias indígenas, a situação também exige atenção especial. Até o momento, foram contabilizadas 3.124 notificações, com 2.485 casos prováveis e 1.784 confirmações da doença nas comunidades.

Ainda conforme o informe, 639 casos foram descartados nas áreas indígenas, enquanto 701 seguem em investigação. Entre os óbitos que ainda estão sendo apurados, há registros envolvendo pessoas indígenas e não indígenas, o que amplia a preocupação das autoridades de saúde.

A pressão sobre os serviços de atendimento permanece alta. A UPA tem registrado média de 430 atendimentos por dia nos últimos 15 dias, número bem superior à média anterior à epidemia, que era de aproximadamente 300 atendimentos diários.

Atualmente, 37 pacientes estão internados em Dourados com suspeita ou confirmação de chikungunya. O cenário mantém o município em estado de alerta e reforça a importância da continuidade das medidas de combate ao Aedes aegypti, além da orientação para que a população procure atendimento em caso de sintomas.

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